Após mais de um ano, estou voltando. Não sei se para ficar ou apenas até a preguiça vencer. E como uma boa volta, que ela seja comentando um filme que assisti recentemente.
Quarteto Fantástico
Quatro adolescentes são conhecidos pela inteligência e pelas dificuldades de inserção social. Juntos, são enviados a uma missão perigosa em uma dimensão alternativa. Quando os planos falham, eles retornam à Terra com sérias alterações corporais. Munidos desses poderes especiais, eles se tornam o Senhor Fantástico (Miles Teller), a Mulher Invisível (Kate Mara), o Tocha Humana (Michael B. Jordan) e o Coisa (Jamie Bell). O grupo se une para proteger a humanidade do ataque do Doutor Destino (Toby Kebbell).
Assisti ontem ao famigerado filme novo do Quarteto Fantástico.
Deixando todos os pré-conceitos de lado, resolvi arriscar. O filme pode muito bem ser dividido em duas partes. Nos primeiros 45 minutos temos um filme de ficção muito bem desenvolvido, uma visão renovada da história inicial do Quarteto, não sei se é baseada na linha Ultimate, pois nunca li nada deles nesta linha. Estão lá todos os clichês possíveis deste tipo de filme. Ele é previsível e se desenvolve muito rápido, o que é normal para um filme de apenas 90 minutos. Apesar de clichê e previsível, o filme não é ruim. É uma abordagem inédita, até então, do Quarteto nas telas. Os efeitos até este momento são muito bons e não vi grandes problemas de roteiro, além da pressa. Sobre os atores não se pode julgá-los por um roteiro enxuto, porém não notei grandes problemas de atuação, embora sejam personagens rasos. Não me incomodei com um Tocha Humana negro. Acho inclusive que a Fox tinha grandes planos para a franquia, pois os atores são, aparentemente, muito mais jovens que os dos filmes anteriores.
Os problemas mais graves do filme começam a aparecer nos 45 minutos finais, casualmente após eles obterem os seus poderes. A partir daí o filme vira o samba do crioulo doido. Mal resolvido, acelerado, infantil e até os efeitos especiais que estavam bons deixam muito a desejar. Até o voo do Tocha Humana nos filmes anteriores e seus efeitos são muito melhores do que o mostrado neste filme.
Eles escancaram a preguiça, ao incluir um salto temporal de 1 ano, a fim de justificar a adaptação aos poderes e tudo mais. O último ato não possui um clímax convincente e o final é totalmente sem qualquer sentido plausível.
Some a isso a falta de participação do Stan Lee (pelo menos eu não o identifiquei) e o filme despenca sobre o próprio peso, mesmo após um início promissor.
Se não era dotado de uma originalidade única, ele era diferente para um filme de super-heróis. Prometeu uma coisa durante a primeira parte e não entregou, pelo contrário, se perdeu totalmente pelo caminho e não foi sincero na segunda metade.
Agora, o release está com ótima imagem e som DTS, não que isso possa salvar o filme, mas dos males, o menor.
Nota 5
Release assistido: Fantastic.Four.2015.720p.BluRay.x264-GECKOS
Blog destinado a compartilhar idéias, histórias, lembranças, cultura pop e poder de certa forma, conversar com aqueles amigos distantes ou que não mantenho tanto contato quando gostaria.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Para começar 2014 bem
Dezembro, final de ano, quem resiste a compras internacionais por preços excelentes?
Nem eu resisto, mas quando elas demoram a chegar dá aquela vontade de reclamar. Mas quem se submete a isso sabe que fica sujeito a prazos longos e até mesmo a possibilidade de ser taxado pela Receita Federal, tendo de pagar imposto de importação sobre o total da compra, produto e mais o frete, e ainda também fica sujeito ao ICMS.
Graças à Deus que não foi o meu caso, apenas demora por causa da demanda do final de ano e atraso normal dos correios. E aquilo que deveria chegar em Dezembro, chega quase no final de janeiro.
Da foto acima Man of Steel e Arrow são as benditas importações.
O novo filme do Homem de Aço não é o melhor do personagem. Na verdade não sei nem precisar se o considero superior ao filme anterior dirigido por Brian Singer em 2006. Mas como fã do personagem e de belas edições, não resisti a comprar esta versão dos EUA que além de possuir a capa muito melhor que a nacional, ainda vem com o filme em máxima qualidade, extras exclusivos que não saíram no Brasil e ainda traz de brinde uma cópia em DVD, não que eu vá assistir ele no lugar do Blu-ray. Tudo devidamente legendado em português do Brasil e até mesmo com dublagem nacional.
Acredito que uma nota 7 ao filme, que possui excepcional elenco e efeitos especiais primorosos esteja de bom tamanho.
Já a primeira temporada de Arrow estava na minha mira a tempos, porém somente agora esteve num preço bem mais em conta.
Eu ainda não havia concluído de assistir a esta temporada, mas pelos reviews que li na net e comentários de amigos elogiando muito a série, me defini a comprar e agora estou assistindo. Até o momento é muito bom mesmo.
E as compras nacionais resumiram-se as duas últimas temporadas de Fringe para completar a coleção, ainda em DVD, mas pelo preço (ambas por 29,90) não se pode exigir mais do que isso.
Nem eu resisto, mas quando elas demoram a chegar dá aquela vontade de reclamar. Mas quem se submete a isso sabe que fica sujeito a prazos longos e até mesmo a possibilidade de ser taxado pela Receita Federal, tendo de pagar imposto de importação sobre o total da compra, produto e mais o frete, e ainda também fica sujeito ao ICMS.
Graças à Deus que não foi o meu caso, apenas demora por causa da demanda do final de ano e atraso normal dos correios. E aquilo que deveria chegar em Dezembro, chega quase no final de janeiro.
Da foto acima Man of Steel e Arrow são as benditas importações.
O novo filme do Homem de Aço não é o melhor do personagem. Na verdade não sei nem precisar se o considero superior ao filme anterior dirigido por Brian Singer em 2006. Mas como fã do personagem e de belas edições, não resisti a comprar esta versão dos EUA que além de possuir a capa muito melhor que a nacional, ainda vem com o filme em máxima qualidade, extras exclusivos que não saíram no Brasil e ainda traz de brinde uma cópia em DVD, não que eu vá assistir ele no lugar do Blu-ray. Tudo devidamente legendado em português do Brasil e até mesmo com dublagem nacional.
Acredito que uma nota 7 ao filme, que possui excepcional elenco e efeitos especiais primorosos esteja de bom tamanho.
Já a primeira temporada de Arrow estava na minha mira a tempos, porém somente agora esteve num preço bem mais em conta.
Eu ainda não havia concluído de assistir a esta temporada, mas pelos reviews que li na net e comentários de amigos elogiando muito a série, me defini a comprar e agora estou assistindo. Até o momento é muito bom mesmo.
E as compras nacionais resumiram-se as duas últimas temporadas de Fringe para completar a coleção, ainda em DVD, mas pelo preço (ambas por 29,90) não se pode exigir mais do que isso.
domingo, 22 de dezembro de 2013
E vem chegando o Natal
Pois é, Natal chegando, promoções pipocando para todo lado. E finalmente os preços dos filmes em Blu-Ray alcançaram o preço que se pagava por DVD's no passado.
Está certo que os lançamentos ainda estão muito caros, mas os títulos de catálogo já se encontram por cerca de R$ 19,90. Em algumas promoções até por menos.
Aqui as últimas aquisições:
A.I. Inteligência Artificial - A união de dois mestres. Spielberg e Kubric. Filme tocante que foi mal compreendido na época do lançamento. Gosto muito. Nota 8.
Prometheus - Já falei sobre ele em algum post anterior. Nota 7.
Eu sou o Número Quatro - Filme jovem, leve e bastante interessante. Muitos clichês para quem curte ficção há muitos anos, mas nem por isto menos interessante. Nota 7.
A Hora do Espanto - Refilmagem do clássico dos anos 80 para a nova geração. Interessante. Uma nota 6,5 está de bom tamanho.
Resident Evil 5 - Mais novo filme da franquia. Aproveitei pelo preço para fechar o pacote, ainda preciso assistir.
Os Croods - Animação da idade da pedra, mas simplesmente incrível. Quem tem filha adolescente com certeza gostará muito. Nota 8.
As Aventuras de Pi - Uma das sensações do Oscar do ano passado com direito a inúmeras interpretações e reflexões sobre muitos assuntos. Bom filme e com ótima parte técnica. Uma nota 7.
Como se Fosse a Primeira Vez - Não sou fã de comédia, mas esta é uma das que eu assisti e gostei muito. Mesmo sendo com Adam Sandler, neste filme ele está devidamente comedido e agrada bastante. Drew Barrymore também está muito bem. Nota 7.
A Máscara do Zorro - Banderas, Zeta Jones e Antony Hopkins ficaram imortalizados neste filme. Atuações brilhantes e uma ótima atualização da lenda. Nota 8.
Além da Escuridão - O novo filme de Star Trek. A afirmação de JJ Abrams na franquia, um aquecimento para a nova trilogia de Star Wars. Nota 8.
Jurassic Park e O Mundo Perdido - Sem necessidade de comentar, obras primas de Spielberg. Notas 9 e 8 respectivamente.
John Carter - Já falei sobre ele, adaptação de A princesa de Marte, porém feito pela Disney tem muito mais pudor e diversão. Agrada bastante, apesar de fracasso d bilheteria. Nota 6,5.
Duro de Matar 5 - John Maclane está de volta, agora na Rússia. Aventura com muitos exageros. Nota 6.
Está certo que os lançamentos ainda estão muito caros, mas os títulos de catálogo já se encontram por cerca de R$ 19,90. Em algumas promoções até por menos.
Aqui as últimas aquisições:
A.I. Inteligência Artificial - A união de dois mestres. Spielberg e Kubric. Filme tocante que foi mal compreendido na época do lançamento. Gosto muito. Nota 8.
Prometheus - Já falei sobre ele em algum post anterior. Nota 7.
Eu sou o Número Quatro - Filme jovem, leve e bastante interessante. Muitos clichês para quem curte ficção há muitos anos, mas nem por isto menos interessante. Nota 7.
A Hora do Espanto - Refilmagem do clássico dos anos 80 para a nova geração. Interessante. Uma nota 6,5 está de bom tamanho.
Resident Evil 5 - Mais novo filme da franquia. Aproveitei pelo preço para fechar o pacote, ainda preciso assistir.
Os Croods - Animação da idade da pedra, mas simplesmente incrível. Quem tem filha adolescente com certeza gostará muito. Nota 8.
As Aventuras de Pi - Uma das sensações do Oscar do ano passado com direito a inúmeras interpretações e reflexões sobre muitos assuntos. Bom filme e com ótima parte técnica. Uma nota 7.
Como se Fosse a Primeira Vez - Não sou fã de comédia, mas esta é uma das que eu assisti e gostei muito. Mesmo sendo com Adam Sandler, neste filme ele está devidamente comedido e agrada bastante. Drew Barrymore também está muito bem. Nota 7.
A Máscara do Zorro - Banderas, Zeta Jones e Antony Hopkins ficaram imortalizados neste filme. Atuações brilhantes e uma ótima atualização da lenda. Nota 8.
Além da Escuridão - O novo filme de Star Trek. A afirmação de JJ Abrams na franquia, um aquecimento para a nova trilogia de Star Wars. Nota 8.
Jurassic Park e O Mundo Perdido - Sem necessidade de comentar, obras primas de Spielberg. Notas 9 e 8 respectivamente.
John Carter - Já falei sobre ele, adaptação de A princesa de Marte, porém feito pela Disney tem muito mais pudor e diversão. Agrada bastante, apesar de fracasso d bilheteria. Nota 6,5.
Duro de Matar 5 - John Maclane está de volta, agora na Rússia. Aventura com muitos exageros. Nota 6.
domingo, 24 de novembro de 2013
Antecipando o Natal
O Natal ainda demora um pouco, mas as promoções nacionais já começaram. Até mesmo a versão nacional da Black Friday (ou tudo pela metade do dobro! kkk) e eu não consigo resistir muito.
Abaixo as últimas compras.
Todos já vistos, mas agora em BD's originais com o máximo de qualidade possível.
Destaque para o fantástico e tocante Intocáveis, filme francês baseado em uma história real. Achei o filme ótimo e muito bem desenvolvido, com excelente escolha de atores, ambos atores principais muito a vontade nos papéis dão um show. Recomendadíssimo. Nota 9!
Closer sem dúvida é um clássico moderno que nunca canso de assistir.
Os ótimos Blade, Hellboy e Poder sem limites com temática de HQ's, dos quais gostei de todos.
Abaixo as últimas compras.
Todos já vistos, mas agora em BD's originais com o máximo de qualidade possível.
Destaque para o fantástico e tocante Intocáveis, filme francês baseado em uma história real. Achei o filme ótimo e muito bem desenvolvido, com excelente escolha de atores, ambos atores principais muito a vontade nos papéis dão um show. Recomendadíssimo. Nota 9!
Closer sem dúvida é um clássico moderno que nunca canso de assistir.
Os ótimos Blade, Hellboy e Poder sem limites com temática de HQ's, dos quais gostei de todos.
O novo 007, talvez o melhor de toda a série.
O contestado Prometheus, do qual eu gostei. Poderia ser ainda melhor, mas acabei gostando.
E os que dispensam comentários: Titanic, Django Livre, Coração Valente e O Colecionador de Ossos.
Agora é arrumar local para guardar tudo isso.
E para retomar antigos hábitos, nada como uma HQ dos X-Men em formato de luxo. Muito boa mesmo.
Do grande Joss "Avengers" Whedon, com ótimos desenhos do Cassaday. Ainda por cima trazendo o retorno do meu personagem favorito dos X-Men. Colossus.
Não demorou nada para ser lida. Esperando por novos títulos agora...
domingo, 20 de outubro de 2013
Alegrias do mês
Agora, a postagem com as últimas compras recebidas.
A caixa metálica com a mini-série The Pacific é irmã de uma outra, que também está na coleção, a da mini-série Band of Brothers. Ambas se complementam.
Particularmente eu acho a primeira a ser produzida, Band of Brothers, superior e de melhor qualidade, porém esta nova é quase tão boa quanto. A diferença se deve ao fato de que quando a primeira surgiu, não se tinha expectativa sobre ela, que chegou e surpreendeu a todos. Quando The Pacific foi produzida ela teve a comparação com a primeira, o que é uma injustiça.
Pode ser considerada um complemento à primeira e não uma continuação, pois apresenta a guerra nos mesmos períodos, porém mostra as batalhas travadas no Oceano Pacífico.
Super 8 e Lanterna Verde (o qual por si só eu não compraria) foram frutos de uma troca por BD's repetidos que eu tinha. O primeiro eu acho incrível, o segundo acho bem inferior, mas por ser oriundo de quadrinhos, ganhará um espaço no meu rack.
A primeira e segunda temporadas de The Walking Dead são frutos do aniversário do Submarino. Quando foram lançadas tiveram preços absurdos para a quantidade de discos da coleção, com valor acima de R$ 100,00. Mas quando foram anunciados por R$ 38,00 não resisti. Gosto muito da série.
E os importados Hulk, Proposta Indecente e A Garota da Capa Vermelha são frutos de promoções da Animazon, que os vendeu por R$ 9,90. Não tive como segurar. Dentre as opções disponíveis, foram estes que mais me chamaram a atenção. Apesar das críticas eu sempre gostei do Hulk do Ang Lee. Já o Proposta Indecente é um clássico dos anos 90 que sempre gostei.
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| Já está faltando espaço para guardá-los... |
A caixa metálica com a mini-série The Pacific é irmã de uma outra, que também está na coleção, a da mini-série Band of Brothers. Ambas se complementam.
Particularmente eu acho a primeira a ser produzida, Band of Brothers, superior e de melhor qualidade, porém esta nova é quase tão boa quanto. A diferença se deve ao fato de que quando a primeira surgiu, não se tinha expectativa sobre ela, que chegou e surpreendeu a todos. Quando The Pacific foi produzida ela teve a comparação com a primeira, o que é uma injustiça.
Pode ser considerada um complemento à primeira e não uma continuação, pois apresenta a guerra nos mesmos períodos, porém mostra as batalhas travadas no Oceano Pacífico.
Super 8 e Lanterna Verde (o qual por si só eu não compraria) foram frutos de uma troca por BD's repetidos que eu tinha. O primeiro eu acho incrível, o segundo acho bem inferior, mas por ser oriundo de quadrinhos, ganhará um espaço no meu rack.
A primeira e segunda temporadas de The Walking Dead são frutos do aniversário do Submarino. Quando foram lançadas tiveram preços absurdos para a quantidade de discos da coleção, com valor acima de R$ 100,00. Mas quando foram anunciados por R$ 38,00 não resisti. Gosto muito da série.
E os importados Hulk, Proposta Indecente e A Garota da Capa Vermelha são frutos de promoções da Animazon, que os vendeu por R$ 9,90. Não tive como segurar. Dentre as opções disponíveis, foram estes que mais me chamaram a atenção. Apesar das críticas eu sempre gostei do Hulk do Ang Lee. Já o Proposta Indecente é um clássico dos anos 90 que sempre gostei.
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| Empilhar não é a melhor opção |
domingo, 13 de outubro de 2013
Novo Upgrade - Yamaha YST-RSW300
E finalmente chegou o meu novo upgrade ao Home Theater, um
Subwoofer Ativo Yamaha YST-RSW300. Um complemento e tanto ao set de
equipamentos que já possuía.
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| YST-RSW300 |
Quando comprei meu primeiro HT, o velho guerreiro Samsung
HT-Z220, ele era limitado, mas honesto. Para o preço que competia ele era
extremamente bem avaliado, com um bom set de caixas e um subwoofer passivo que
entrega um bom peso, guardadas as devidas proporções, em graves.
Quando migrei para o HW-D650s acabei por ganhar no kit um
excelente Receiver com decodificação de som HD, inúmeras entradas adicionais e
regulagens, porém as caixas que acompanhavam o conjunto eram bastante modestas,
sendo o subwoofer o item mais fraco. Com o tempo adquiri um kit de caixas
frontais da Yamaha, o NS-P60, que deu um ganho fantástico de som ao kit. Foi
uma mudança da água para o vinho.
Mas em filmes de ação e em shows musicais ainda sentia a
falta de um peso nos graves. Sinceramente o sub passivo que veio com o novo kit
era inferior ao primeiro que eu possuía e isso me deixava frustrado, querendo
um algo mais no som.
Pois após um tempo finalmente consegui adquirir o Subwoofer
que comento a partir daqui.
De tanto ler e pesquisar na internet e conversar com amigos
distantes pela internet cheguei ao consenso de que salas pequenas como a minha,
de cerca de 15m2, um subwoofer é essencial. O motivo é que caixas compactas (de
até 80cm de altura) dificilmente conseguem cobrir toda a gama de frequências. E
neste caso, cabe ao subwoofer “aliviar” o trabalho do conjunto, tendo como
tarefa a reprodução dos sons graves.
Mais do que isso, devido ao sub anterior ser passivo, ou sem
amplificação própria, ele recebia sua potência do receiver. Agora com um sub
ativo, com amplificação própria, o receiver pode dispender toda sua potência
unicamente para as caixas. Apenas isso já resultaria em um ganho em potência
que justificaria o investimento, mas o desempenho do sub é algo que não tem
como descrever apenas com palavras. É essencial experimentar para poder sentir.
Indispensável em qualquer configuração de home theater, o
subwoofer é verdadeiramente o principal astro dos filmes de ação. Isso porque
cabe a essa caixa, geralmente representada pelo número 1 nas configurações de
entretenimento doméstico (5.1, 6.1, 7.1 canais), a reprodução exclusiva das
baixas frequências, ou os graves, presente nos efeitos especiais dos filmes. Em
musicais, a escolha adequada garante maior harmonia e uma melhor interação de
todo o conjunto, principalmente se as demais caixas forem compactas, oferecendo
uma reprodução agradável e completa das diferentes faixas de frequência.
Por tudo isso, escolher bem essa caixa acústica é
imprescindível na hora de montar seu home theater. Em geral, os projetistas já
oferecem o modelo mais apropriado para cada sistema, analisando não apenas o
fabricante, mas também o tamanho do ambiente e as características acústicas do
local. Há ainda os kits criados pelos próprios fabricantes para uma reprodução
sonora mais equilibrada. No entanto, há quem prefira escolher a dedo todos os
itens e, nesse caso, conhecer melhor as características mais importantes deste
canal é fundamental.
A vantagem é que esta é a única caixa que não precisa ser da
mesma marca das demais. A preocupação de manutenção de timbre, por exemplo, não
se aplica aos graves, já que não há diferenças que possam ser notadas na área
em que eles atuam. O que deve influenciar na decisão é o chamado “peso” durante
as reproduções.
Quanto mais profundos e contínuos forem os graves, melhor
será o desempenho para filmes. Já se a sua preferência for por música, batidas
mais secas (ou curtas) são mais apropriadas. Claro que a maioria dos modelos
atende bem aos dois casos, mas o maior aliado do consumidor ainda é a percepção
sonora. Visitar uma loja, escutar trechos de filmes e shows preferidos em
diferentes configurações é fundamental antes de escolher o que mais agrada.
No meu caso, para boa regulagem, configurei no setup do
receiver as caixas frontais como SMALL, pois anteriormente eu as havia alterado
para LARGE, justamente para terem um desempenho melhor com o antigo sub
passivo. E posicionei a frequência de corte no ajuste do crossover em 150Hz.
Ao liga-lo a satisfação plena. O peso agora existe e na
verdade não posso aumentar muito o volume do sub, pois ele é de uma classe
superior ao das minhas caixas. É um subwoofer para toda a vida, com 270 Watts
RMS de potência frequente e com picos de 500 Watts RMS. Se eu abusar do volume
dele, ele facilmente acabará por “engolir” as demais caixas deixando o kit todo
fora de harmonia.
Fiquei realmente plenamente satisfeito com ele. Agora as
explosões são ainda mais reais. As vibrações em certos filmes fazem a sala toda
tremer, chegando a causar medo aos desavisados. Era esta experiência que eu
procurava.
E os primeiros testes foram selecionados a dedo:
Os primeiros 30 minutos do filme O Resgate do Soldado Ryan
em Blu-Ray com o áudio DTS HD-MA. Simplesmente fantástico. Parece que
desembarcamos na Normandia juntamente com os aliados no Dia D tal o envolvimento
e peso do som. As explosões de morteiros são tão reais que nos fazem até nos
proteger dos disparos.
Um episódio da série Under the Dome em 720p com som 5.1. Apesar de não ser uma
série de ação com perseguições e tiros, percebe-se a ação dos graves nos pequenos
detalhes, como quando alguém se aproxima da redoma e sentimos a vibração que
ela causa.
The Vampire Diaries S05E02 em 720p com som 5.1 que possui temas musicais pesados em
uma festa de calouros na faculdade que nos colocam no ritmo da festa. Fora a trilha instrumental incidente que usa bons graves.
O Blu-ray Roupa Nova 30 anos com som DTS HD também possui
uma ótima mixagem e podemos acompanhar todas as batidas da bateria do Serginho
Herval. Realmente muito bem mixado. O que já era bom antes, agora ficou ainda
melhor.
Alien (1979) - o barulho da Nostromo pousando no planeta é
assustador, parece que tem uma nave descendo realmente no meio da sala. THX faz
diferença.
Aliens (1986) - são barulhos mais localizados, com vários sustos e a trilha sonora, o som das armas é bem abafado, não tem tanta graça, mas tem uma cena de explosão de nave na superfície do planeta que é incrível, tem um pedaço de metal que cai no chão e é incrível, parece que realmente caiu na sala. THX novamente.
Star Wars V - The Empire Strikes Back - o som é MUIIIITO alto, o volume é muito mais alto que dos outros filmes nesse episódio V, de longe, o melhor filme em tudo em relação aos outros. A batalha de Hoth é incrível, assim como barulho das naves imperiais, treme tudo.
Enfim, o complemento que faltava ao meu sistema. Agora é
curtir o máximo de filmes e séries com ele, pois não se discute a qualidade do
mesmo. É até covardia comparar a qualidade e peso que ele dá aos filmes com
qualquer um dos dois subwoofers que tive anteriormente. Os anteriores, da
Samsung, vieram junto nos kits que comprei e além de serem passivos, roubando
potência do receiver, pesavam em torno de 3 a 4 quilos. Este é ativo, dedicado
e pesa nada menos do que 20 quilos de pura qualidade e potência.
Fica o convite aos amigos para virem sentir a diferença. Ainda não está plenamente regulado, mas já permite sair arrepiado após uma sessão de filmes.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Agents of S.H.I.E.L.D
Depois de muito tempo sumido, pela mais pura falta de tempo
e de preguiça, aos poucos começo a retomar o blog. Espero que com mais
frequência.
Neste intervalo houve com toda a certeza muitas novidades e
muitos filmes assistidos. Conforme foi conseguindo tempo estarei comentando
sobre eles, porém o que me traz de volta foi a estreia da nova série, a
primeira da Marvel, Agents of S.H.I.E.L.D.
Nas HQ’s de super-heróis, o conceito de a editora ser um
“universo” onde seus personagens interagem foi o ponto chave para conceber
diversas histórias reunindo os personagens, e a criar também inúmeras sagas
fantásticas.
Quando os heróis começaram a ir para o cinema, sempre houve
aquele anseio dos fãs de ver a mesma coisa nas telas, mas isso parecia
inviável. A ideia de um supergrupo como os Vingadores era uma espécie de sonho
impossível, até a Marvel Comics começar
a interligar seus filmes.
Começaram com pequenas cenas após os créditos e uma ou outra
indicação de que esses personagens coexistiam. Anos depois, tudo isso foi
reunido no incrível dos Vingadores, que acabou tornando-se um grande sucesso de
público e crítica.
Agora, a Marvel dá
mais um passo para aumentar sua presença, com o seriado focado na S.H.I.E.L.D e
sua missão de proteger um mundo com superseres, aliens e tecnologia
inimaginável.
O primeiro episódio da série abre com uma narração de Cobie
Smulders no papel da vice-diretora Maria Hill, apresentando esse universo em
que a série está inserida e no qual heróis, deuses e monstros são conhecidos
pelo público e põem em risco a vida de todos.
Uma das grandes expectativas para esse episódio era em torno
da revelação sobre o que aconteceu com o Agente Coulson – Clark Gregg. No
filme dos Vingadores, sua morte foi o empurrão que faltava para os heróis se
unirem e, ao que tudo indicava, ele realmente tinha morrido na história.
Na série, fica no ar um certo mistério sobre a volta de
Coulson. O agente acredita que foi salvo a tempo e, depois de um período de
recuperação, voltou à ativa. Mas, numa conversa entre Maria Hill e o
médico da S.H.I.E.LD., fica claro que não foi isso que aconteceu e o
espectador terá que aguardar para descobrir a verdade. As especulações, no
geral, falam que ele é um MVA (Modelo de Vida Artificial) – um robô usado como
dublê, que apareceu várias vezes nos quadrinhos.
No primeiro episodio, além da formação de um time para a
série com dois agentes bons de briga e dois técnicos nerds, fica no
ar a existência de uma organização que está criando super-humanos, combinando
várias tecnologias apresentadas nos filmes, e esse grupo será um dos principais
inimigos na série.
A produção do episódio-piloto foi relativamente boa para a
TV, o que é bacana para o público, mas muito arriscado, pois esse tipo de série
tende a ser muito cara e precisa de uma alta resposta da audiência para se
sustentar.
No geral, o início foi bem divertido e o resultado final foi
excelente, eu particularmente gostei muito.
Como nos filmes da Marvel, o seriado é feito para agradar o grande público, mas com
várias referências para alegrar o fã de quadrinhos.
Carros voadores, bugigangas de alta tecnologia para
espionagem, lutas, intrigas e super-heróis são uma receita positiva para uma
série de vários anos, principalmente com a promessa de interligar tudo isso aos
vários filmes que ainda virão. Agora resta esperar a resposta do público no
decorrer da temporada. O episódio piloto foi um sucesso incrível, pois segundo
a audiência americana foi a melhor estreia de uma série nos últimos anos. Vamos
ver os próximos episódios.
Série recomendadíssima, principalmente para quem gosta dos filmes da Marvel, ou assistia a séries como Smallville ou a atual Arrow!
Agents of S.H.I.E.L.D. é transmitido no Brasil
pelo canal pago Sony às quintas-feiras, às 21 horas.
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