segunda-feira, 21 de março de 2011

Lá e de volta outra vez!

Não poderia me despedir hoje sem comentar a respeito.
Bem-vindo de volta Peter Jackson!

Começaram as filmagens de O Hobbit. O prequel da melhor trilogia da história do cinema começou. Finalmente a oportunidade de ver novamente na telona os amigos que deixamos para trás em dezembro de 2003. Gandalf, Bilbo, Elrond, Arween e quem sabe no segundo filme, Frodo, Passolargo, Legolas, Gimli. A esperança novamente nascerá, a aventura nos chamará e, parafrasenado Nárnia, voltaremos mais uma vez para a Terra-Média para novas aventuras e conhecer como tudo começou.

Apartir de agora, olho grudado nos sites especializados, praticar a língua élfica, reler os livros e esperar, ansiosamente pela estréia dos filmes, sim, pois serão dois, previstos para dezembro de 2012 e dezembro de 2013. Desde já, fica também a torcida para que 2012 não seja o último ano do mundo conforme profetizou Nostradamus, mas que possamos ver estes filmes prontos e que Peter Jackson não nos decepcione.

Bruxas??? Aonde?

                Ontem a noite, logo após escrever aqui no blog, sentei-me na sala, apaguei as luzes e apertei o play do Blu-Ray. O filme escolhido foi Caça às Bruxas (Season of the Witch ), filme estrelado por Nicolas Cage e Ron Perlman.

                Desde que vi o cartaz do filme e assisti ao trailer, resolvi não saber mais nada a respeito. Não que não tenha interessado, mas para escapar dos preconceitos. A crítica especializada costuma não gostar do trabalho do Nicolas Cage e geralmente ele é alvo de muitas críticas negativas, muitas delas injustas, na minha opinião.  Eu gosto dele e de suas atuações desde que o vi em A Rocha (The Rock - 1996) e, principalmente, Um Homem de Família (The family man - 2000); um filme tido por muitos como piegas, mas que me capturou de uma maneira incrível, me tornando fã do trabalho da atriz Téa Leoni.
                A história começa previsível. Ele é ambientado na Europa  da idade média, na época das cruzadas, em torno do ano 1300 A.D. Nicolas é o cavaleiro Behmen e Ron Perlman é seu companheiro Felson. No decorrer do filme descobrimos que ambos se alistaram no exército cristão devido à promessa de terem os pecados perdoados pela igreja. E desde então se empenham em lutarem nas cruzadas que tentaram reconquistar a Terra Santa para a igreja. Após muitas batalhas, percebem que foram usados pelo comandante do exército e acabam matando inocentes, mulheres e crianças. Devido a isso acabam desertando e saem solitários através da Europa. Até que chegam a uma cidade e são reconhecidos, logo são capturados e para se verem livre acabam aceitando uma última missão para a igreja, conduzirem, junto de outros aventureiros, uma jovem acusada de bruxaria até um mosteiro onde poderia ser julgada e, quem sabe, com seu castigo dar um fim à Peste Negra, que no filme é suspeita de ter sido causada por bruxaria. Apesar dos clichês, sustos fáceis, mortes previsíveis, o filme poderia se tornar bem interessante, mas parece que o diretor não estava inspirado. E olhe que o diretor é o Dominic Sena, que já havia dirigido o próprio Cage no ótimo 60 Segundos (Gone in Sixty Seconds, 2000)! O Elenco bem escolhido, com uma ponta do imortal Christopher Lee, não resiste a um roteiro fraco que começa muito bem, mostrando as bruxas e seus poderes, mas acaba indo para uma outra direção totalmente inesperada. Com efeitos especiais fracos, som abaixo do esperado e o desenrolar da história, acabamos terminando a sessão com o sentimento de termos sido enganados. Que compramos gato por lebre. Pode-se contar nos dedos, e de uma única mão, as bruxas que aparecem no filme.
                Enfim, o filme até que não é ruim, mas ficou muito aquém das expectativas que tive para ele. Quem sabe da próxima oportunidade o Nicolas Cage escolha um projeto melhor e acabe não dando motivos aos críticos que o detonam a cada novo filme lançado. Se Aprendiz de Feiticeiro (The Sorcerer's Apprentice) era infantil e superficial, tinha o mérito de homenagear o clássico do Mickey (quem não assistiu veja, não vou estragar a grata surpresa), este filme tem o mérito apenas de acabar com a nossa expectativa e nos deixar pensando em como algo que começou bastante promissor, descambou para algo bem inferior.

domingo, 20 de março de 2011

Boas vindas

Olá (futuros) leitores (que pretensão!)

Apesar de gostar muito de escrever e compartilhar idéias online, nunca havia parado, ou mesmo, me dedicado, a criar um cantinho no mundo virtual para expressar opniões e quem sabe, trocar idéias.
Quem sabe seja este um pontapé inicial... ou um chute único. O tempo dirá!
Mas enfim, agora que o espaço foi criado, o que postar?
Acredito que nada melhor do tentar ser sincero e postar opniões do dia-a-dia, idéias, análises de filmes e seriados que gosto muito, o que tem rolado aqui em casa, no trabalho, na igreja, com amigos, no futebol, enfim, algo que possa aguçar a curiosidade dos amigos ou apenas algo divertido para descontrair.
Já que hoje é domingo a noite, acabei de chegar do culto na igreja, o tempo será curto.

A tarde assisti ao filme R.E.D. Aposentados e perigosos.

Inspirado em uma graphic novel de Warren Ellis e Cully Hamner publicada pela DC Comics pela qual não esperava nada demais e não tinha nenhuma espectativa, justamente por nunca ter ouvido falar dela.
Baixei a mesma em alta definição (720p) e a assisti esta tarde, em casa. Inicialmente acompanhado de minha esposa, mas logo após o meio do filme ela precisou atender nossa filha (já não tão pequena, mas que ainda exige ser atendida como se fosse) e acabei chegando ao final do mesmo, sozinho.
O filme não tem a pretensão de se levar a sério e esta é sua principal virtude. Caso contrário não teria como conseguir chegar ao seu final, recheado de situações inverossímeis e por vezes impossíveis por completo. Para o ator principal (Bruce Willis), um prato cheio. Mas muito bem acompanhando por atores de sua geração e de anteriores que promovem uma sessão leve e despretenciosa. Afinal, como levar a sério um John Malkovich viajando com um porquinho rosa a tira-colo?
A história do filme é batida: Agente aposentado da CIA leva uma vida tranquila até o dia em que tentam assassiná-lo. Ele resolve voltar à ativa e recruta sua antiga equipe com uma missão: descobrir quem está tentando o incriminar. 
Enfim, pelo pouco tempo e por uma comprometimento comigo mesmo para assistir outro filme agora a noite (sobre o qual falarei amanhã), irei ser mais breve do que gostaria. 
Se você procura um filme leve, despretensioso, com muitos tiros e explosões, você vai gostar. Afinal uma equipe composta por Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich e a sempre competente Helen Mirren e mais alguns coadjuvantes como Brian Cox e Ernest Borgnine, não se vê todo o dia.
De 0 a 10, uma nota 6 com uma ênfase ao divertimento.

Boa noite....


Éder_RS