domingo, 20 de maio de 2012

The Walking Dead – Finale


Finalmente pude colocar em dia esta série que não decepciona.

É baseada em uma história em quadrinhos, que eu pude ler várias edições entre o hiato do final da primeira temporada e o começo da segunda. Quanto a isso posso dizer que a série é “baseada” e não uma adaptação. Há muitas concessões feitas na transposição para o seriado, além de haver coisas que funcionam muito melhor na tela e acabam por tomar rumos diferentes do apresentado no material original.

Uma delas é a aceitação do público a certos personagens, que acabam ganhando mais tempo de tela do que recebem nas HQ’s. O contrário também acontece, onde personagens com destaque na HQ na série são mal aproveitados e praticamente só fazem figuração, não é T-Dog?

Se a primeira temporada teve apenas 6 episódios e agradou público e crítica, as expectativas para esta nova temporada estavam altas. E neste aspecto ela foi inferior a primeira temporada. Com 13 episódios ao invés de 6, o espaço de desenvolvimento foi bem maior e um arco que nas HQ’s não durou mais do que 5 edições aqui toma a temporada inteira. É claro que aqui falo da permanência dos personagens na fazenda de Hershel.

Mesmo com os cortes de orçamento e a perda (demissão para corte de custos) de roteiristas importantes, entre eles o diretor Frank Darabont a série conseguiu se sair bem e entregar uma segunda temporada bem equilibrada. Não foi a perfeição que se tornou a primeira, mas não podemos condenar a equipe produtiva. Trabalharam com o que tiveram em mãos e se saíram muito bem.

Apesar de a série girar em torno de mortos-vivos, ela não cai no caminho fácil. Ela é uma série sobre pessoas e seus relacionamentos num mundo devastado. Por vezes os falados mortos-vivos quase não aparecem no episódio inteiro, porém isso não torna a série cansativa ou enrolada em momento algum. Claro que quem espera apenas mortes e situações bizarras irá se decepcionar. Mas o objetivo aqui é claro: contar uma boa história com um plano de fundo apocalíptico. O que por vezes leva nossos personagens a sequências inéditas e muito bem boladas. A tensão em muitos episódios chega a nos deixar arrepiados.

Os episódios, num resumo grosseiro, foram todos bem trabalhados e satisfatórios, porém posso dizer que três deles foram muito acima da média, com um em especial que considero o melhor de toda a série (o episódio 07 – Pretty Much Dead Already) que teve um final bombástico, que me deixou boquiaberto e ansioso pela sequência. Algo muito bem feito e avassalador. Quem assistiu, sabe do que falo. Animal.

Pelo final da temporada e baseado no que li nos quadrinhos, a terceira temporada promete manter o nível, mas com boas chances de melhorar ainda mais. O que está por vir promete muito.

Seriado excelente e recomendadíssimo.

Apenas para constar, e responder uma pergunta que me foi feita, assisto as séries todas em alta definição. Como eu sempre falo das imagens e sons dos filmes e não comentava sobre esses aspectos das séries fui questionado. Coloco aqui o seguinte:  nos EUA, diferente do que acontece aqui no Brasil, a alta definição na TV é uma realidade extensiva. Praticamente todo o país possui e estão convivendo com esta tecnologia a mais tempo do que nós. Então todas as séries são produzidas em alta definição e muitas delas com som 5.1. Então na internet encontramos os episódios das séries em arquivos Divx com qualidade próxima do DVD com tamanho médio de 400 megas e os arquivos MKV capturados em alta definição, com tamanho em torno de 1,2 Gigabytes e qualidade excelente. São estes arquivos que eu  procuro baixar e conferir as séries que gosto.

sábado, 19 de maio de 2012

Finale – The Vampire Diaries


E já que estamos falando em séries, finalmente estou conseguindo a começar a colocar em dia as séries que costumo acompanhar.

E The Vampire Diaries é uma das preferidas, que não deixei atrasar a acompanhei junto com a audiência americana.

Como falei em post anterior sobre a série, a primeira temporada foi uma surpresa, e no bom sentido, pois a série se sobressaiu. A segunda temporada foi uma bela afirmação. Mas a terceira que chegou ao final semana passada foi incrível. Além de não decepcionar, conseguiu superar a segunda temporada. E isso não era tarefa fácil.

Eu havia ficado com um pé atrás depois que True Blood teve uma primeira temporada fantástica. A segunda tinha tudo para superar a primeira, mas derrapou no final. E a terceira temporada foi ainda mais fraca. Mas aqui, a qualidade vem numa crescente e os criadores da série conseguem nos surpreender e entregar um episódio melhor que o outro.

Confesso que li apenas o primeiro livro em que a série é baseada. Então não sei dizer o quanto a série, atualmente falando, tem bebido na fonte dos livros. Mas o resultado é extremamente positivo.

Se você gosta de acompanhar séries e neste final de temporada americana está ficando sem opções, fica o convite. Experimente conhecer, e fatalmente se verá hipnotizado pela série como um humano sem verbena diante de um imortal.

Apesar da série, na verdade todo o canal CW, ser direcionado ao público adolescente, algumas séries se destacam e conquistam imenso público de várias faixas etárias. Este é um exemplo que vale a pena ser conferido.

O episódio final (season finale) foi muito bom, um dos melhores da série. Com ótima utilização dos flashbacks que nos deixam conhecer melhor os detalhes do passado da nossa protagonista e nos revelou um segredo guardado até então. O qual acredito que não foi em vão, ele deve vir a tona na quarta temporada. Pois o gancho final é de deixar todo mundo ansioso e de cabelo em pé para ver que rumo as coisas tomarão agora.

Temporada nota 10! Com a trama muito bem desenvolvida, sem ser cansativa ou arrastada em nenhum momento. As sementes da temporada foram plantadas lá na temporada anterior e tiveram um desenvolvimento muito bom. Foram 22 episódios em sua maioria acima da média. Apenas um ou outro ficaram abaixo da média. No geral, excelente. E um final de temporada que promete muitas oportunidades para o retorno da série, lá por volta do mês de setembro. Aguardaremos ansiosos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Séries de Ficção em extinção


O que está acontecendo com as séries de ficção científica é uma pergunta atual e que tem inquietado todos os fãs do gênero. E esta pergunta me vem à cabeça justamente quando mais uma série do gênero foi cancelada: Alcatraz.

Na verdade as adoradas séries deste gênero maravilhoso que nos levam a outros mundos e situações únicas nunca foram um terreno fértil do ponto de vista financeiro, que tivesse alta audiência e grandes anunciantes. Mesmo as séries clássicas e idolatradas até hoje sofreram deste mal. Vide Star Trek e Perdidos no Espaço, que se não me falha a memória tiveram apenas 3 temporadas cada. Mesmo que hoje em dia elas sejam consideradas cult, quando estavam no auge sofreram com boicotes, ameaças constantes de cancelamento e outros afins. Outras séries famosas nos anos 80 e 90 não chegaram ter uma quantidade expressiva de temporadas, como por exemplo O Homem de 6 milhões de dólares, Mulher Biônica, Trovão Azul, Águia de Fogo, Moto Laser, Seaquest. Algumas inclusive chegaram a ser canceladas e retornaram depois de algum tempo devido aos pedidos insistentes dos fãs, dando continuidade às suas tramas, ou mesmo remodeladas para tentarem corrigir o que na visão dos executivos seriam suas falhas, e tentando arrebanhar novos fãs que permitissem uma audiência que agradasse aos produtores.


Recentemente a série Jericho foi o exemplo mais recente deste fato recorrente, pois foi cancelada em sua primeira temporada, porém devido a milhares de cartas, e-mails e “amendoins”, acabou retornando à grade da emissora CBS, porém mesmo assim a audiência não aumentou e a série foi cancelada de vez. Pelo menos sabendo do risco que corria de ser novamente cancelada, a maior parte do enredo da série foi concluída.

Claro que houveram exceções, como Arquivo X e recentemente Smallville e Lost, mas foram muito poucas

Nos últimos anos Flashforward, The Event,V, Terra Nova e agora Alcatraz, apenas para falar das mais famosas, foram sumariamente canceladas sem terem a chance de sequer terminarem e explicarem coerentemente seus arcos.

Concordo que um canal de TV aberto (sim lá nos EUA a maioria das séries são produzidas em canais abertos) deve ter retorno financeiro e anunciantes que justifiquem a série se manter no ar. Porém muitas vezes não é dado o devido tempo para a série desenvolver-se e manter sua audiência cativa. Flashforward e The Event começaram muito badaladas, mas depois dos primeiros episódios introdutórios começaram a enrolar suas tramas, fazendo a audiência despencar. Sofreram ameaças de cancelamento, retornaram após o hiato com episódios bem melhores, porém a audiência já havia sido perdida e não se recuperaram mais.  Já a série V, que eu aguardei com ansiedade devido a ser fã da série original dos anos 80, a qual possuo em DVD importado, sempre prometeu muito e entregou pouco. Jamais vi batalhas nela que sequer lembrassem as perseguições aéreas que víamos na série original e os tiroteios a laser. Mereceu ser cancelada.

Sobre Alcatraz eu já havia comentado quando postei sobre o encerramento da temporada que não apostava em seu retorno para uma nova temporada e dei meus motivos, pelo visto estava certo.

Algumas outras séries começaram de maneira fantástica, como Heroes, que chegou a abalar a audiência de Lost e foi a melhor primeira temporada de uma série de ficção. Agradou público, crítica e manteve a audiência lá em cima. Porém a euforia acabou logo na segunda temporada da série que fez a audiência despencar e a qualidade das histórias foi junto. A série foi decaindo até ser cancelada após a quarta temporada.
Esta foi minha favorita: Águia de Fogo

Respondendo à pergunta de meu amigo Jesus Ferreira, do blog Zona Franca Comics, acredito que os motivos para os cancelamentos estão interligados. Alguns esperam sucesso imediato do início ao fim, o que é injusto, visto que mesmo Lost teve temporadas bastante criticadas, como a terceira.  Outros esperam que audiência se mantenha e traga anunciantes expressivos e outros esperam suprir o espaço deixado por Lost, porém esquecem-se de que a série foi um fenômeno e começou como uma desconhecida e ganhou a sua fama pelo boca-à-boca. Só fui gostar mesmo da série depois de alguns episódios, pois se dependesse somente do episódio piloto eu teria desistido.

Outra possível resposta para a queda da audiência, é que a maior parte da audiência tem preguiça de pensar e preferem séries de fácil solução. Não por acaso as séries com melhor audiência lá nos EUA são aquelas que podemos assistir episódios isolados, mesmo sem acompanhar a série sempre. As famosas Sitcons e séries como House, CSI e The Big Bang Theory. Séries que apesar de serem muito boas, permitem espectadores eventuais que não precisam acompanhar a vida dos personagens para se divertirem. Já em ficção, devido ao tema mais profundo que exige explicações para o desenrolar da trama, que muitas vezes acaba demorando vários episódios, a audiência muitas vezes não tem paciência de esperar. Mesmo quando o resultado final compensa. Uma pena.
Esta marcou uma geração: V e V - A Batalha Final
Quem esquece da Dayana e os ratos?

A exceção hoje em dia, se chama Fringe. E mesmo ela vem sendo ameaçada de cancelamento a pelo menos dois anos. Atualmente encontra-se na sua quarta temporada e teve a confirmação de ser renovada para uma quinta e última temporada. É a série puramente de ficção que melhor representa o gênero hoje em dia.

Mesmo apostas recentes em reviver séries antigas da década de 70 nos dias de hoje escorregaram e tiveram seus cancelamentos decretados. Foi assim com as novas versões de A Supermáquina, que achei fraco mesmo, A Mulher Biônica, a qual gostei bastante e achei injusto o seu cancelamento e a nova versão de As Panteras.

Ainda bem que apesar de tudo isso, ainda temos algumas séries que se não são puramente ficção, mesclam gêneros e nos entregam ótimo entretenimento, como The Walking Dead, The Vampire Diaries, True Blood e Supernatural.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Receiver Samsung HW-D650s


Depois de muita pesquisa e de muito namoro, acabei efetuando a tão esperada troca do meu Home Theater por um novo.
Clique nas fotos para ver em tamanho maior


O velho guerreiro, HT-Z220, nunca me deixou na mão, mas sempre me deixou decepcionado principalmente pela falta de conexões para dispositivos adicionais. Por causa dele, acabei tendo de fazer uma escolha um tempo atrás. Como ele possuía apenas uma entrada auxiliar estéreo e uma entrada digital optica eu precisei escolher o que conectar nele. Ou ligava o Blu-Ray player ou ligava o WDTV, pois ambos possuíam as saídas HDMI e optica, porém como o HT só possuía uma única entrada optica e nenhuma HDMI, o jeito era ligar um ou outro. Aconteceu que acabei me desfazendo do WDTV por não estar utilizando ele devido a esta limitação.




Entradas adicionais agora sobram

Agora com equipamento novo, entradas digitais é o que não faltam. O Receiver possui 4 entradas HDMI, 3 entradas digitais opticas, 1 entrada digital coaxial e algumas entradas auxiliares estéreo. Ainda possui conector para IPod e iPhone e entrada para conectar um subwoofer ativo.
Só HDMI temos 4, mais 3 opticas e 1 coaxial

Além das entradas, o principal ganho na troca, foi a possibilidade que o receiver possui de decodificar áudio HD. Nas tecnologias mais recentes antes dos blu-ray o máximo de qualidade de áudio que um DVD pode possuir é uma trilha DTS e uma Trilha Dolby Digital, que assim como a imagem, sofrem compressão de dados para que possam caber no disco (de no máximo cerca de 9 gigas), desta forma, se perdem muitos detalhes da trilha sonora. Como o disco Blu-Ray possui cerca de 50 gigabytes de espaço de armazenamento, a imagem é muito menos comprimida (cerca de 6x melhor que a do DVD) e o áudio pode ser incluso com mais qualidade, nas chamadas trilhas de alta definição, conhecidas principalmente como DTS HD (Master Audio e High Resolution) , Dolby TrueHD e Dolby Digital Plus.
Blu-Ray Player e SKY HD conectados via HDMI


Posso garantir que a qualidade sonora é muito melhor, apesar que muita gente nem repara nisso. Mas ao ouvir o áudio de alta definição, daqueles filmes que eu gosto e já assisti diversas vezes, pude notar em sons que nunca antes havia percebido. Muito mais detalhes sonoros e uma potência muito mais consistente, se pode ser definida desta forma.
O conjunto todo montado

O Receiver em questão não é top de linha (muito longe disso), mas já é considerado o melhor custo benefício que se encontra no mercado brasileiro. Além de decodificar as trilhas HD presente nos discos BD, possui diversos perfis pré-programados para serem aplicados em trilhas diversas. É bonito e elegante, aparentando robustez.
Telecine com som 5.1

No mercado internacional ele regula de preço com os receiver’s de entrada de linha da Onkyo, Yamaha e Pioneer. A vantagem é que aqui no Brasil apenas o Onkyo s3400 é mais facilmente encontrado, porém custando cerca de 50% mais caro que este da Samsung. O conjunto da Onkyo possui caixas de som melhor construídas, que devem render uma melhor qualidade no geral, porém ele não possui a entrada para ligar um Subwoofer ativo, que é a melhor atualização que alguém pode dar a um home theater de entrada de linha, melhorando o som consideravelmente. Como o modelo da Samsung possui tal entrada, é um ponto positivo que deve ser considerado sim.
Até Libertadores na FoxSportsHD tem som 5.1

Fica a dica e a recomendação para todos que desejarem e puderem investir em seu entretenimento doméstico. Ainda estou curtindo o equipamento e fazendo diversos testes. Liguei nele o blu-ray player e o decoder da SkyHD. Somente alegrias desde a aquisição.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma


Depois de algumas semanas de ausência, por justos motivos, estou de volta. Aos poucos colocarei os assuntos, e novidades, em dia no blog.

Para não deixar passar em branco, ainda mais em véspera de feriado, preciso comentar que assisti ao excelente Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma.

Sinopse:
O agente secreto Ethan Hunt (Tom Cruise) é desautorizado pelo presidente dos Estados Unidos após o país ser acusado por um bombardeio no Kremlin. Tem início o Protocolo Fantasma, que visa acabar com os agentes da IMF. Sem qualquer recurso ou apoio, Ethan precisa encontrar um meio de limpar seu nome e o da agência em que trabalha. Para tanto passa a trabalhar com Benji (Simon Pegg) e Jane (Paula Patton), agentes renegados como ele, e ainda Brandt (Jeremy Renner), um ex-agente que agora trabalha como analista.

Para não me alongar demais quero dizer que o filme é muito bom. A crítica especializada o coloca como o melhor da série, mas eu fiquei com minhas dúvidas, afinal todos os anteriores são bons, em especial o terceiro que rivaliza com este e divide a minha opinião sobre quem é o melhor.

A primeira boa surpresa do longa é seu diretor: Brad Bird diretor que vem de um premiado passado fazendo animações (Gigante de Ferro, Os Incríveis, Ratatouille), cumpre muito bem a sua. Ele traz para a franquia estrelada e produzida por Tom Cruise pitadas de humor intencional que não estavam presentes nos longas anteriores. E o faz sem exagerar, apenas dando espaço para o público poder baixar a guarda por alguns milissegundos, enquanto prepara a próxima sequência de ação, que será ainda mais impressionante que a anterior.

E que sequências, antes mesmo dos créditos iniciais já somos brindados com um belo presente. A partir daí é sentar e aproveitar algumas das sequências de ação mais legais dos últimos tempos: a fuga emocionante da prisão; a invasão ao Kremlin com equipamentos capazes de deixar envergonhado o Departamento Q, dos filmes de 007; uma perseguição em meio a uma tempestade de areia; uma escalada pelo lado de fora do edifício mais alto do planeta e um quebra-pau final na Índia que faria até Gandhi ficar na beirada da poltrona, roendo suas unhas. A maioria dessas sequências são tão elaboradas e emocionantes que poderiam ser o clímax de muitos outros filmes, inclusive dos outros filmes da série Missão Impossível, com uma energia rara e que faz falta no cinema moderno, onde os cineastas parecem cada vez mais se apoiar na muleta dos efeitos por computador para criar momentos que deveriam ser marcantes, mas que não satisfazem ninguém com mais de doze anos (reais ou mentais). Palmas em pé para o diretor Brad Bird.

Para auxiliar tudo, conferi o filme em um release em alta definição, para não perder o costume. Com imagem fantástica e um som DTS destruidor. Daqueles de fazer pensar em baixar o volume para não receber uma denúncia por explosões caseiras.

Recomendadíssimo.  Uma nota 8 fica de ótimo tamanho.

Release baixado: Mission.Impossible.Ghost.Protocol.2011.BluRay.720p.DTS.x264-CHD

sábado, 14 de abril de 2012

Vida de colecionador

Clique nas fotos para ver em tamanho maior

Enquanto eram apenas os DVD's, colecionar até que não era difícil. Bastava escolher os filmes preferidos e ir comprando um hoje, outro amanhã, alguns naquela promoção imperdível que apareceu. E assim a íamos levando a vida.

Mas eis que os espertinhos me inventam equipamentos novos.
E já estão desatualizados, aguarde novas fotos em breve!

TV's de alta definição e aparelhos de Blu Ray, que nos fazem não querer mais assistir DVD's.

Aí começamos a substituir alguns filmes para o novo formato.

Estes foram os meus primeiros BD's!

Mas colecionar é um vício e a coisa não para por aí...


Chega uma encomenda hoje, outra semana que vem....



E aos poucos a prateleira de novidades vai enchendo

Esta é ela em Maio de 2011

E está é ela em Março de 2012, somente Blu rays

É possível perceber o crescimento da coleção conforme vai diminuindo o espaço.


E é preciso organizar as coisas de vez em quando.

Multimídias!!! Livro, DVD e Blu-ray

Mas qual critério usar???

Os semelhantes...


Realmente difícil decidir. rsrsrs




Resumindo! Colecionador cansa. Vejam o suor....

sábado, 7 de abril de 2012

Sobre séries e atrasos


Apesar de estar com pouco tempo disponível no momento, consegui assistir ao final da primeira temporada de Alcatraz.
Haverá luz no final para eles?

A série começou com uma ótima ideia, muito promissora, com ótimos atores, excelente produção e nomes de peso dando suporte. Porém aos poucos a expectativa começou a não ser cumprida. Logo no início todos estávamos intrigados quanto ao desenrolar da série, pois todos sabem que apenas uma boa ideia, sem ter um desenrolar muito bem planejado e trabalhado, não se traduz em uma série de sucesso e que receba boas críticas.

O episódio piloto apresentou muito bem a trama, porém já no segundo episódio senti no ar o estigma do vilão da semana.

Para quem acompanhou a série, ou parte dela, soube que na trama desenvolvida ao contrário da história real, Alcatraz não foi fechada 50 anos atrás devido aos altos custos envolvidos, mas sim devido ao desaparecimento misterioso de todos os detentos e guardas da prisão, sem deixarem quaisquer vestígios. Posteriormente, eles começaram a reaparecer nos dias atuais com a mesma aparência que possuíam na época, como se para eles o tempo não tivessem passado. Devido a estes fatos, ele começaram a ser chamados pelos protagonistas da série de “os de 63”, que foi justamente o ano em que desapareceram e a prisão foi fechada, tornando-se a partir de então um ponto turístico.

A partir desta ideia, a cada novo episódio da trama um desaparecido, ou um "dos de 63" era trazido ao presente para que fosse caçado pelos protagonistas da série. Ao serem capturados, nada sabiam sobre o mistério e em nada poderiam ajudar a esclarecer. Lógico que eventualmente um ou outro episódio foram muito bons, mas apenas isso não basta para um público que sempre quer ver superação em uma série.

Os mistérios que ficaram no ar foram muitos, tais como: de que forma eles desapareceram? Onde foram parar? O que fizeram este tempo todo? Por que não envelheceram? Quem estaria por trás de tudo isso? Quais os objetivos? E muitas outras especulações.

Ao que tudo indica a equipe criadora da série não aprendeu com Lost que em cada temporada devem-se dar respostas a alguns dos mistérios antes de criar novos.  Caso contrário cai-se na mesmice de criar mistérios e não respondê-los, o que acaba mais por confundir o público do que cativá-lo. Lost foi um caso a parte, que dificilmente será igualado sem um desenvolvimento muito mais denso e com uma quantidade maior de atores de talento. Claro que aqui temos Jorge (Hurley) Garcia (que não apresenta um personagem muito diferente do que viveu em Lost) e Sam Neil, mas apenas eles não seguram uma série inteira. Some-se a isso o fato da atriz principal da série ser a pior investigadora que já apareceu em uma série, pois está sempre atrasada em suas deduções e sempre depende da ajuda de outros, e teremos um elenco deficitário.
Apesar de ótima trama, a série pecou no seu desenvolvimento. Não foi considerada ruim, mas apenas abaixo das expectativas criadas. Com isso, não conseguiu manter a audiência da estreia, não explicou os grandes mistérios da temporada (pelo menos algum TINHA de ser desvendado) e perderam a oportunidade de fechar a temporada com um gancho provocante. Ao invés disso, preferiram o desfecho de forma previsível e morno.

Com isso não temos ainda a certeza de que será renovada para uma nova temporada....

The Walking Dead e outras

Deixo como registro que no dia de ontem comecei, tardiamente, a assistir a segunda temporada desta série que surpreendeu a todos no ano passado, e o começo foi bastante promissor. Sei que estou atrasado em relação à mesma, já que sua exibição terminou tanto nos EUA quanto no Brasil, mas devido à minha correria dos últimos meses, está é a maneira que tenho conseguido assistir a elas. Esperando baixar todos os episódios e só depois assistir em sequência. Fica mais rápido e fácil, apesar de poder ver ou escutar algum spoiler na internet ou com amigos. Neste mesmo pacote de séries que já concluíram lá fora e que eu ainda não consegui concluir ou sequer começar a ver, tenho baixado no HD do computador: Dexter (6ª temporada), Taken (mini-série antiga de Steven Spielberg), The Pacific (uma espécie de continuação de Band of Brothers), Spartacus (2ª temporada), Supernatural (6ª e 7ª temporada). Exceção feita apenas para The Vampire Diaries que continua dando um show e se mantendo uma série muito bem feita, coesa e instigante que não me deixa parar de assistir a cada novo episódio semanalmente. Mas em breve, colocarei comentários de todas elas, mesmo que existam muitos filmes na mesma situação que ainda não consegui tempo para assistir ou que assisti e não cheguei a comentar aqui.
Rick, aguarde que em breve estarei em dia com você!