domingo, 11 de setembro de 2011

Gladiadores de Luto

Notícia triste.

Astro da série de TV a cabo “Spartacus: Blood and Sand”, o ator Andy Whitfield, de 39 anos, morreu em Sydney, Austrália, na manhã deste domingo (11), vítima de um linfoma não Hodgkin (câncer nos gânglios linfáticos), o mesmo que acomete o ator Reynaldo Gianecchini.

A mulher de Whitfield, Vasti, chamou o marido de “jovem e bonito guerreiro” em um comunicado. O ator morreu nos braços dela.

Whitfield, que nasceu no País de Gales e viveu na Austrália, era um ator desconhecido quando foi escolhido para interpretar o herói-título de "Spartacus", série da rede Starz que ficou conhecida por seu excesso de violência e sexualidade.

Whitfield estava se preparando para a segunda temporada da série quando foi diagnosticado com o linfoma, há um ano e meio. Em janeiro, a rede anunciou que outro ator australiano, Liam McIntyre, assumiria o papel.

Fonte: G1

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Conviction



Demorei para assistir este filme.  É do ano passado e quando estreou era uma das apostas ao Oscar, pelo menos na categoria de melhor atriz e melhor ator.  Mas vieram outros grandes filmes e ele acabou esquecido nas indicações. Aqui no Brasil nem sequer foi lançado nos cinemas, saindo diretamente em DVD e Blu-Ray recentemente.

Sinopse: Kenny (Sam Rockwell) foi acusado por um crime que não cometeu, mas a defensoria pública alega dificuldades para representá-lo e a condenação será iminente. Betty Anne (Hilary Swank) é mãe e trabalha, mas para livrar seu irmão da cadeia decide estudar Direito e enfrentar a promotoria. – Baseado em fatos reais.

O filme é muito bom. É um drama baseado em uma história real. Pela trama, eu espera uma atmosfera pesada e batida, daquelas que sabem fazer o espectador se sentir mal ao vivenciar o drama dos personagens. Mas acabei me enganando. O filme é muito bom e a direção acertou a mão, fazendo um filme fácil e inteligente. Não é piegas e nem apela para a canastrice.

A história é contada pela ótica da personagem de Hilary. A irmã que teve seu único irmão acusado injustamente de um crime que não cometeu. Apesar de suas dificuldades, ela nem sequer havia terminado o ensino médio, não poupou esforços para auxiliá-lo, chegando ao ponto de deixar seu casamento de lado. Como sempre, a atriz entrega uma interpretação convincente e sóbria, nos fazendo crer naquilo que é mostrado na tela.

O ator Sam Rockwell também se destaca, como já o havia feito no belíssimo A Espera de um Milagre, aqui novamente interpretando um prisioneiro. Nos momentos em que tem de demonstrar seus sentimentos, ele rouba a cena.

É interessante a forma como o diretor mostra a passagem do tempo, sem dar avisos prévios. Em um momento se passam vários meses, ou se retorna ao passado e conhecemos mais um pouco da história de vida sofrida desta dupla.

Recomendadíssimo para quem quiser fugir da avalanche de blockbuster’s que estão chegando às locadoras. Apenas preste atenção ao péssimo título com que ele foi lançado aqui: Uma vida pela liberdade.
Uma nota 8 para o filme com toda a certeza.

Release baixado: Conviction[2010]DvDrip[Eng]-FXG

domingo, 28 de agosto de 2011

Thor



Desde que foi anunciado, eu queria assistir ao filme de Thor, o Deus do Trovão.
Cresci lendo suas aventuras na revista Heróis da TV, antiga publicação de Editora Abril. Só mais tarde descobri que haviam histórias suas publicadas pela Ebal, Bloch e participações dele em aventuras de outros heróis na RGE.

Pena que quando entrou em cartaz em nosso cinema aqui em Uruguaiana, além de estrear dublado, ainda ficou apenas uma semana em cartaz. E acabei por não conferi-lo.

Mas eis que finalmente surge na grande rede a versão em alta definição, copiada a partir do Blu-ray, com som DTS e imagem nota 10. E claro, agora eu pude conferir com a qualidade que o filme merece.

Sinopse: Thor (Chris Hemsworth) estava prestes a receber o comando de Asgard das mãos de seu pai Odin (Anthony Hopkins) quando forças inimigas quebraram um acordo de paz. Disposto a se vingar do ocorrido, o jovem guerreiro desobedece as ordens do rei e quase dá início a uma nova guerra entre os reinos. Enfurecido com a atitude do filho e herdeiro, Odin retira seus poderes e o expulsa para a Terra. Lá, Thor acaba conhecendo a cientista Jane Foster (Natalie Portman) e precisa recuperar seu martelo, enquanto seu irmão Loki (Tom Hiddleston) elabora um plano para assumir o poder. Mas os guerreiros do Deus do Trovão fazem a mesma viagem para buscar o amigo e impedir que isso aconteça. Só que eles não vieram sozinhos e o inimigo está presente para uma batalha que está apenas começando.

Thor é personagem da Marcel Comics, mesma empresa que deu vida a diversos outros heróis, como Homem, Aranha, Hulk, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, Capitão América, X-Men e tantos outros. Até então, os filmes dos Estúdios Marvel abordaram o lado tecnológico, científico e mais perto da realidade do Universo criado por eles. Thor é a primeira aventura no estilo de fantasia, mostrando outro lado, místico, deste universo. E o faz com extrema competência sem apelações vazias.

Em Thor, afinal, somos apresentados aos asgardianos, seres imortais de outra dimensão, que, ao revelarem-se aos vikings, foram confundidos com deuses, iniciando a mitologia nórdica. Thor é um príncipe desse povo, um jovem impetuoso e tolo, cujas ações desencadeiam uma nova guerra contra os Gigantes do Gelo, liderados pelo Rei Laufey. Banido para a Terra por seu pai, Odin, ele precisa aprender lições de humildade se quiser tornar-se digno de brandir novamente sua arma, o martelo Mjolnir, e com ele seu poder imortal.
Toda a construção de Asgard, a morada dos asgardianos, enche os olhos, assim como a cultura desse povo. Figurinos, o design da cidade, a iluminação e as cores, é tudo impressionante - especialmente para quem cresceu lendo as aventuras do Deus do Trovão nas histórias em quadrinhos. Asgard nunca foi tão bem retratada no papel ou fora dele.
A seleção de Hopkins como o "Pai de Todos", Odin, é igualmente acertada. O ator dá enorme peso e nobreza ao personagem. Como não poderia ser diferente com o eterno Hannibal Lecter.

Não é um filme grandioso, nem perfeito, mas foi feito com muito cuidado e esmero. A aventura foi cadenciada para que mesmo quem nunca leu as histórias do Deus do Trovão possa entender o filme e este é um dos seus acertos. Há cenas cômicas, piadas bem colocadas e cenas de ação empolgantes. Nenhuma delas chega a ser uma cena extremamente grandiosa e inesquecível, mas encaixam-se com perfeição na trama do filme, sem se alongarem de maneira desnecessária.

Enfim, um filme com muitos acertos, belas referências a outros personagens e situações do universo Marvel que farão muitos fãs perceberem na hora, como a citação ao “doutor pioneiro em estudo dos raios gama”, ou a presença da SHIELD e a breve aparição e outro herói, o Gavião Arqueiro.

Como já é de costume nos filmes da Marvel, há uma cena pós-créditos que fará a ligação deste filme com o do Capitão América e ao dos Vingadores.

O filme leva uma nota 8 e merece ser conferido em alta definição. Recomendadíssimo e que venham Os Vingadores.

Release baixado: Thor.2011.720p.BluRay.x264-Felony

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Gran Torino


Apenas agora, depois de alguns anos do lançamento (o filme é de 2008), parei para assistir ao filme Gran Torino. Sempre namorei com ele por ter ouvido algumas boas recomendações, apesar de ter sido pouco divulgado na época do seu lançamento.
Pois baixei um release do filme em alta definição e pude apreciá-lo. As impressões? Estão logo abaixo.

Sinopse: Walt Kowalski (Clint Eastwood) é um inflexível veterano da Guerra da Coréia, que está agora aposentado. Para passar o tempo ele faz consertos em casa, bebe cerveja e vai mensalmente ao barbeiro (John Carroll Lynch). Sua vida é alterada quando passa a ter como vizinhos imigrantes hmong, vindos do Laos, os quais Walt despreza. Ressentido e desconfiando de todos, Walt apenas deseja passar o tempo que lhe resta de vida. Até que Thao (Bee Vang), seu tímido vizinho adolescente, é obrigado por uma gangue a roubar o carro de Walt, um Gran Torino retirado da linha de montagem pelo próprio. Walt consegue impedir o roubo, o que faz com que se torne uma espécie de herói local. Especialmente para Sue (Ahney Her), mãe de Thao, que insiste que deve trabalhar para Walt como forma de recompensá-lo.

O que dizer de Clint Eastwood? O cara é de fato um dos gênios ainda vivos do cinema. Consegue melhorar a cada dia como ator e especialmente como diretor. Além de manter uma média de praticamente um filme por ano há muito tempo, o melhor de tudo é que cada filme sempre supera seu antecessor, é de fato no mínimo para aplaudirmos esse grande ícone. É um grande ator, mas consegue ser um diretor melhor ainda.


O filme é um drama magnífico que trata de um veterano de guerra racista, preconceituoso, cheio de marcas do passado, rabugento e infeliz, que faz questão de ser antipático e arrogante com todos e a transformação que sua vida sofre com o início de uma grande amizade que surge entre pessoas e culturas completamente diferentes oriunda de uma tentativa de roubo. O Gran Torino que dá título ao filme é o elo de ligação que causa os relacionamentos do filme e que marca amizade entre os protagonistas. O excelente roteiro mostra o valor da amizade e como Walt Kowalski necessitava de alguém ao seu lado, alguém que ele procurou durante toda uma vida, já que ele não tinha uma boa relação com seus filhos.
É a mais pura relação de mentor-aprendiz, levada ao pé da letra. Com momentos de pequenos brilhos de perfeição que os tornarão momentos memoráveis deste belo filme.


Mais uma pequena obra prima de Eastwood, um filme que traz com bastante realismo valores de amizade, mas que ensina também sobre tolerância. Ótima narrativa, com um final surpreendente, embora triste, que mostra o valor de um homem atormentado buscando sua redenção por pessoas que ele aprendeu a gostar e a se importar com elas.

Para quem gosta de um bom drama, é um prato cheio. Imperdível!!
Leva com certeza, do meu ponto de vista, uma nota 9.

Release baixado: Gran.Torino.2008.BluRay.720p.x264.DTS.HDBRiSe

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Nostalgia e gatos trovejantes

Você lembra, viveu ou tem admiração pelos anos 80?

Eu pelo menos cresci neles. E com muito orgulho e por vezes saudades. Viver naquela época, e em um país de terceiro mundo, com economia que oscilava mais que barco a vela em uma tempestade, onde a informática era reservada (de todas as formas) e vista praticamente apenas aos estudantes de grandes universidades, internet então, era apenas para pesquisadores ou poucos aventureiros a frente de sua época, onde não existia ainda a Web; foi algo bem diferente do que é para os adolescentes de hoje.

A TV a cabo estava apenas começando e mesmo assim em poucas capitais, somente para a elite e com poucos canais. As distrações de jovens nerds eram resumidas, basicamente, a 3. Ir ao cinema, ler histórias em quadrinhos ou livros e assistir TV, muita TV.  Quem não se lembra de quando tínhamos apenas 3 canais em Uruguaiana, e a alegria era quando “caía o link” com a emissora na capital e ficava a tarde, as vezes o dia inteiro, passando desenhos animados ou os antigos seriados.

Além dos seriados da época, tivemos os desenhos animados, e entre os que mais se destacaram nestes anos posso citar Transformers e Thundercats. Sem dúvida foram muito bons, entre os melhores. Mas houveram muitos outros, alguns mais antigos, mas que reprisavam nesta mesma época. Cito alguns, perdão se a grafia estiver errada: Homem Pássaro, Galaxy Trio, Os Herculóides, Os Impossíveis, Superamigos, Space Ghost, Protetores da Terra, Jhony Quest, Caverna do Dragão e muitos outros.  Então as tardes sem link, eram sempre muito aguardadas. Bom, tudo isso acima, renderia um post por si só bastante interessante e animado, recheado de imagens destas atrações. Mas para não me estender muito, vamos direto ao ponto deste post.

Entre reboots e ressuscitações, dos seriados (Esquadrão Classe A), filmes (diversos) e desenhos daquela época, os Thundercats finalmente voltaram.


Pois finalmente hoje eu assisti aos dois primeiros episódios da nova animação dos Thundercats e fiquei realmente empolgado. Porém, antes de escrever sobre as minhas primeiras impressões, resolvi assistir mais um episódio pra ver ser iria manter a qualidade dos primeiros. E, que me desculpem os saudosistas, mas após três capítulos eu já acho que esse remake tem tudo para ser muito melhor que a série original. Para se ter uma idéia, o Snarf não fala nessa nova série, o máximo que ele faz é ficar repetindo o próprio nome.

Essa nova animação já começa interessante por não tentar repetir o que foi feito na original da década de 1980, quando os Thundercats viviam no Terceiro Mundo e apenas mencionavam seu planeta de origem, Thundera. Aqui, nós somos apresentados ao passado de Thundera... ou seria o futuro do Terceiro Mundo? Posso até estar enganado, mas pelo que foi mostrado nos primeiros episódios, o novo Thundercats revela justamente o futuro dos personagens originais, vários anos depois que a guerra com Mumm-Ra acabou.

Logo no começo do primeiro episódio, uma narração diz que são dias de paz na Terceira Terra e que o império dos gatos conseguiu ser mais forte que todos os outros, incluindo a raça dos répteis. Além disso, a tecnologia é mostrada como algo muito antigo e que foi esquecido por todos. Mais um indício que me faz acreditar que a série se passa muitos anos no futuro.

É interessante que esse novo Thundercats não tenta mostrar todos os gatos como grandes heróis que protegem o planeta. Pelo contrário, Claudus, pai de Lion-O, governa com mão de ferro e todos os répteis são tratados como lixo pela sociedade. Até que, com a ajuda de Mumm-Ra (por enquanto, apenas em sua forma decadente), eles conseguem tecnologia suficiente para atacar os gatos, que contam apenas com armas brancas e alguns poucos clérigos que lançam feitiços, entre eles o velho Jaga.

A partir daí, a história segue Lion-O se tornando líder dos gatos ao empunhar a Espada Justiceira e tendo que buscar o tal Livro dos Presságios, que contém respostas que podem ajudar a derrotar Mumm-Ra. Junto com ele, vão Tygra (irmão mais velho de Lion-O) e Cheetara, que é uma clériga a serviço de Jaga.

E falando nos personagens, eles estão muito mais interessantes nessa nova versão. Lion-O, por exemplo é um jovem rei impulsivo, que não tem maturidade para governar, mas se vê obrigado a isso. Além disso, ele e Tygra nutrem uma rivalidade um pelo outro. Lion-O é o rei por direito, enquanto Tygra é o mais habilidoso dos dois, o que gera ciúmes de ambos os lados. Por enquanto, os dois foram os mais trabalhados, mas Cheetara sendo uma clériga também tem potencial para boas histórias. Sem falar em WilyKit e WilyKat, que são dois órfãos cuja única opção é seguir Lion-O após a capital de Thundera ser dominada pelos répteis.

Graças ao som original em inglês, após quase 20 anos chamando a Espada Justiceira de Espada Justiceira, descubro que o nome original dela é Espada dos Presságios (Sword of Omens). E esse nome faz ainda mais sentido nessa nova série, já que ela permite que Lion-O enxergue o futuro. Se não me engano, na série original, ela só mostrava algum Thundercat que estivesse em perigo.

Com apenas três episódios lançados até agora, eu acho que esse novo Thundercats tem bastante potencial. Principalmente porque ainda falta mostrar o que aconteceu com Panthro, fora que Mumm-Ra até agora não abandonou sua forma decadente. Além disso, fiquei bastante curioso para saber se o desenho se passa no futuro mesmo ou se é tudo viagem da minha cabeça. Pra quem gostava dos Thundercats que eram reprisados infinitamente pela Globo nos anos 80/90, fica aí a dica dessa nova animação.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Série Brasileira?? E de qualidade...


Quando se fala em seriado de ficção científica de qualidade logo se pensa em algum seriado britânico ou americano, bancado por alguma grande rede de TV, correto?

Pois podemos dizer que existem chances de que isto mude, e que estas chances são de exatos 3 por cento.

Parece pouco, mas não é! Ambientada em uma sociedade distópica, talvez em algum futuro pessimista, na qual apenas 3% da população tem acesso a uma vida digna (mas não sem antes passar por um cruel processo seletivo), 3 por cento é uma websérie brasileira com toda a cara de uma série de TV. Com um episódio curto, cerca de 26 minutos e com atores desconhecidos do grande público, vale muito a pena conferir.

Chamam a atenção as perguntas e respostas propostas na entrevista, primeira etapa da seleção. Com fundo filosófico, que trazem perguntas modernas para antigas questões. Muito bem bolada e desenvolvida.

Criada por Pedro Aguilera Fernandes e produzida pela Maria Bonita Filmes, a série traz elementos clássicos de sci-fi como Admirável Mundo Novo, 1984, Metrópolis e outros, resolvendo com criatividade as limitações financeiras de produção e entregando um roteiro bastante tenso e envolvente.

A produtora tenta agora encontrar algum canal de TV com visão para a veiculação de 3 por cento. O primeiro episódio pode ser visto no youtube, dividido em três partes e possui também versão em alta definição. Preciso dizer que vale muito a pena?

Vamos esperar que a produtora consiga um bom incentivo e patrocínio e que possamos voltar a falar dela em seguida aqui no blog.

Seguem abaixo os links para quem quiser conferir o primeiro episódio:





quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Falling Skies - Finale



Terminou neste final de semana a série Falling Skies na TV americana. Pelo menos a primeira temporada.
Foram 10 episódios de uma série que me surpreendeu. Afinal, séries de alienígenas, ainda mais com tema de invasão e mostrando a resistência dos humanos possui dois problemas. O primeiro é que tendem a cair na mesmice, ou enrolam muito em tramas mais políticas, ou então se forem para o lado do conflito os humanos acabam sendo massacrados. Se por acaso conseguirem alguma forma de derrotar os aliens, você sabe, a série acaba e ponto final.

Pois Falling Skies não teve medo de ir direto contra a corrente e focar direto na resistência dos humanos. Mas fez isso com muita competência. Carregando no drama e nas relações humanas, de uma maneira muito semelhante com a forma como The Walking Dead explorou de forma soberba as relações humanas. Apesar do foco ser outro, o desvio para mostrar o aprofundamento nos personagens, quando bem feito, resulta em uma série rica em variedade e inovação.

Para dar um resumo, sem entregar muitos spoilers, posso dizer que os 10 episódios que formam esta temporada são muito superiores às duas temporadas inteiras da série V (por sinal já cancelada). Mesmo os efeitos especiais são muito bem feitos, e em algumas vezes muito bem contornados, colocando muitas vezes a sugestão e a nossa imaginação do que oferecendo cenas inverossímeis. 

A maior parte dos episódios, eu diria uns 8, são excelentes, com apenas uns 2 inferiores ou cansativos. A série tem seus méritos e merece o reconhecimento.
Aguardarei ansioso pela próxima temporada em 2012. Se você ainda não a conferiu, fica a dica. São apenas 10 episódios que podem ser facilmente encontrados na internet ou conferidos no canal pago TNT.