sábado, 9 de abril de 2011

Mais séries retornando...

Quem conhece meu gosto por filmes e séries, com certeza sabe que o tema sobrenatural, principalmente vampiros, sempre me atraiu bastante.Não por acaso entre alguns dos meus 20 filmes favoritos (sim 20, afinal 10 ou 5 são muito poucos), pelo menos dois deles são sobre o assunto (Drácula de Bram Stocker e Entrevista com o Vampiro). Em termos de séries acompanho True Blood desde o primeiro episódio e acompanhei toda a série The Gates (que apenas agora está passando no Brasil, pela Fox). Mesmo quando as séries deram uma escorregada, não desisti delas. Pelo contrário, resisti aos maus comentários e acabei recompensado pela melhora.

Porém é fato que de 2008 para cá, muita coisa começou a surgir na mídia sobre vampiros, claro que bastante espertos tentando abocanhar parte da divulgação e público que a dona Stephenie Meyer arregimentou com sua saga Crepúsculo (do qual é impossível esquecer o comentário feito por Pablo Villaça sobre o personagem da "saga": "Ele mora na floresta, ele voa, ele brilha na luz do sol. Ele não é um Vampiro, ele é uma fada!" rsrsrs). Mesmo na literatura a coisa não mudou muito de figura (agora a moda é “romance sobrenatural” para “jovens adultos,” envolvendo zumbis, fantasmas, anjos, leprechauns e o escambau).
Mas no terreno das séries, algumas já foram canceladas e quem brilhou mesmo foram apenas True Blood e The Vampire Diáries. Esta segunda pelo canal CW foi a que levantou suspeitas de ser apenas uma versão televisa da saga Crepúsculo, porém ao acompanhá-la notamos que ela é infinitamente melhor do que estes filmes da tal saga. É certo que na primeira temporada, principalmente na sua metade inicial os episódios são fracos e muitas vezes acabam sendo feitos justamente para o público que curte Crepúsculo. Mas assim que passa da metade a série melhorou muito. Sua trama ficou mais sombria e adulta, e temos até mesmo um episódio onde os personagens comentam a respeito e acabam ridicularizando o filme. Jogada de mestre para nos mostrar que a série seria um algo mais. Até o final da temporada acabamos fisgados pelos personagens.
Mas é na segunda temporada que passa atualmente nos EUA e já no Brasil, pela Warner que a coisa melhora de vez. A série voltou como uma das melhores, com tramas inteligentes, personagens mais fortes, com excelente peso dramático, situações inusitadas e um público crescente.
Se ao final da primeira temporada, pesando a série completa a julguei boazinha, a segunda temporada me fisgou por completo. Nesta quinta-feira ela voltou nos Estados Unidos, onde foi a primeira a retornar do hiato de intervalos, e não decepcionou em nada. Tudo o que esperávamos continua presente e muitos mistérios ainda nos aguardam nesta reta final. O episódio de retorno, o 17ª da segunda temporada retomou a história do ponto em que havíamos parado e ainda nos brindou com ótimas situações e um preparo para o final que se aproxima.
Se ainda não conhece, experimente. Se você assistiu aos falados filmes, prepare-se para ver algo muito melhor e que não precisará de longos intervalos anuais para assistir no cinema. Aqui temos tramas muito melhores desenvolvidas em 42 minutos semanais. Recomendada.


Ah, claro. Os personagens são interpretados por jovens atores que em nada deixam a desejar aos "parentes" do cinema, só que aqui eles possuem muito mais talento e expressão. E sim, eu prefiro muito mais assistir a bela e talentosa Elena do que a Bella sem talento Kristen Stewart (o trocadilho foi proposital). E para o público feminino, os pares da série também não deixarão que se sinta falta dos personagens masculinos do cinema.
Clique para ampliar


Veja parte do belo elenco e seus personagens:
 Nina Dobrev – Elena Gilbert
 Paul Wesley – Stefan Salvatore
 Ian Somerhalder – Damon Salvatore
 Katerina Graham – Bonnie Bennett
 Candice Accola – Caroline Forbes
 Zach Roerig – Matt Donovan
 Steven R. McQueen – Jeremy Gilbert
 Michael Trevino – Tyler Lockwood
 Sara Canning – Jenna Sommers
 Matt Davis – Alaric Saltzman

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Liga de Irmãos

Recebi esta semana um e-mail do amigo Douglas comentando do falecimento de Richard D. Winters, no dia 21 de Janeiro, aos 92 anos.



Para quem não reconhece o nome, basta saber que ele foi um dos heróis da II Guerra Mundial e principal protagonista da minissérie em 10 capítulos chamada Band of Brothers. Considerada por muitos, como a melhor produção já feita sobre a grande guerra. E diga-se de passagem, temos de concordar com esta afirmação.

A minissérie foi produzida por ninguém menos do que Tom Hanks e Steven Spilberg e lançada em 2001 pelo canal HBO. Foi baseada no livro de mesmo título, da autoria de Stephen E. Ambrose, a série narra a história da Companhia E (Easy Company) do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista do Exército Americano, 101ª Divisão Aerotransportada - na sua campanha na Segunda Guerra Mundial. Tal companhia participou da invasão dos exércitos americano e inglês na Normandia, no dia 6 de Junho de 1944, o famoso Dia D, além da famosa Operação Market Garden e da Batalha do Bulge. Foi também a divisão que invadiu o Ninho da Águia, o refúgio de Hitler.


Quem já acompanhou a história, lembra-se de tudo, é impossível esquecer. Logo no primeiro episódio “Currahee”, somos apresentados ao segundo tenente Dick Winters em sua rotina diária, como um dos oficiais do pelotão comandado pelo Cap. Sobel. Com destaque especial pela relação do capitão com sua companhia e o tratamento que o mesmo dispensa a ela. No decorrer do episódio conhecemos outros personagens que serão marcantes no decorrer da minissérie. Mas resumindo, o primeiro episódio já nos conquista. Mostra o duro treinamento da companhia, os revezes pelos quais passaram antes da guerra e o seu emocionante embarque para irem em direção ao seu destino. Dia D. Esta cena é marcante.



Se restou algo para nos capturar de vez para esta série, o segundo episódio cuidou disso. Afinal, acompanhar a companhia no Dia D, o Dia dos Dias, é algo fantástico. Com imagem e som de qualidade acima da média você se sente no meio da guerra. E não somos decepcionados por nada, história, efeitos, batalhas. Tudo é feito e encenado com uma veracidade que nos leva a pensar que todo o filme que se preze deveria ter esta qualidade. Na verdade, cada episódio da minissérie acaba sendo melhor que muitos filmes de Hollywood. Por causa disso, percebe-se que toda a pesquisa e técnica que foi desenvolvida pela dupla de produtores para o filme O Resgate do Soldado Ryan foi aproveitada aqui e aprimoradas. A preocupação com o apuro visual, comportamental e histórica foi tanta, que os próprios atores passaram por árduo treinamento militar e tiveram que tratar uns ao outros pelo seu nome no filme. A idéia era tentar recriar da melhor maneira possível os laços de irmandade da Companhia.”Imagino que xingar os instrutores em um treinamento militar de verdade faça com que você vá parar na cadeia”, disse um dos atores. “Mas aqui é muito pior... reclame para um instrutor e ele chamará o Tom Hanks e o Spielberg”, concluiu.


A minissérie destaca-se, dentre vários motivos, pelos esforços em sua ambientação e veracidade. Um exemplo: para reproduzir com maior fidelidade os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, foram necessários mais de 10 mil atores extras, cerca de 700 armas autênticas, 400 armas de borracha e cerca de 14 mil caixas de munição em cada dia de filmagem. Além disso, tanques da Segunda Guerra foram restaurados, um avião C-47 autêntico foi usado e a vila que serviu como cenário para 11 cidades européias tinha o tamanho de nove campos de futebol americano. A série teve custos de produção e cenários mais caros que os do filme O Resgate do Soldado Ryan; a produção custou cerca de US$ 125 milhões e demorou 9 meses para ser finalizada, o que rendia à série o título de maior e mais cara já feita para a televisão, sendo batida em 2010 pela nova produção, sobre o mesmo assunto, novamente de Tom Hanks e Steven Spielberg denominada The Pacific.

Ao avançar da guerra, estamos familiarizados com os personagens, seus dramas, os conhecemos intimamente. Sentimos cada perda como se fossem nossos amigos. Vemos que o Ten. Winters foi um dos motivos da coragem de seus homens, bem como o acompanhamos subindo de posto, o que acaba lhe causando certo receio, pois como oficial superior, em muitas batalhas ele acaba sendo impedido de ir, tendo que assumir outras funções. Isso o desgasta, pois vemos que o desejo dele é o de pegar sua arma e auxiliar seus amigos em mais uma jornada.
Enfim, falar sobre cada um dos episódios é fazer “chover no molhado”. Para quem não assistiu ainda, fica a recomendação. Se você gosta do tema ou simplesmente quer saber mais a respeito, saiba que a produção é extremamente bem feita e toda baseada em fatos reais, contendo muito poucos erros históricos.

Antes de cada episódio assistimos uma declaração de um soldado sobrevivente, que nos conta algo de interessante sobre a batalha ou o assunto do episódio em questão. Vale ressaltar também, que cada ator foi escolhido para o elenco levando em consideração sua aparência física, para que ficasse o mais parecido possível com o personagem real. Em certo momento nos pegamos tentando imaginar quem é quem nestas aberturas, porém somente nos é revelado no episódio final e o destino de cada um deles.

A série foi indicada para 19 Prêmios Emmy, e ganhou 6, incluindo "Melhor Minissérie", "Melhor Elenco para uma minissérie, filme ou especial" e "Melhor Direção para minissérie, filme ou especial Dramático". Também ganhou um Globo de Ouro por "Melhor minissérie ou filme feito para a TV", um prêmio do American Film Institute, e foi selecionado para um prêmio Peabody por "...permitir a ambos, história e memória, criar um novo tributo àqueles que lutaram pela preservação da liberdade". Também ganhou um Writers Guild Award em 2003 pelo sexto episódio, Bastogne.



No Brasil ela foi transmitida no canal HBO e no canal aberto da Band. Porém é facilmente encontrada nas locadoras.
Eu já garanti ela em minha coleção, numa embalagem especial acondicionada em uma lata. E vc? Se não coleciona, precisa ao menos ver, não perca tempo.



E ao nosso amigo Dick, só nos resta dizer: Descanse em paz Major. E que você tenha tido a oportunidade de viver uma vida plena.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Novas séries...

                                                          Camelot

O canal Starz (o mesmo do excelente Spartacus), estreou uma nova série agora em abril. Camelot. Baseada no livro do século 15 Le Morte d'Arthur, de Thomas Malory, um dos mais respeitados compêndios das lendas da Távola Redonda e do ciclo arturiano.
Tive a oportunidade de assistir aos dois primeiros episódios e se a série mantiver a qualidade da trama, ela promete ser ótima. A história não é aquela velha e conhecida de filmes como Excalibur. Ela parte de outro ponto de vista, sem muito espaço para a fantasia e a magia de Merlin e Morgana, pelo menos é o que dá a entender nestes dois episódios. O filme feito em 2004, Rei Arthur, com Clive Owen, Keira KnightleyIoan Gruffudd teve esta mesma premissa e fracassou. Porém não é o que vemos aqui.  Aqui tudo foi concebido e planejado para nos agradar. Ou quase tudo. Vejamos...
O Elenco é muito bem escolhido, e pelo que tudo indica o protagonista da série não será o jovem Arthur Pendragon, justamente por ser novo e a história contar suas origens. Os destaques no elenco vão justamente para os dois magos: Merlin (Joseph Fiennes, que muitos irão se lembrar de Flashforward) e Morgana (a bela Eva Green em seu primeiro papel de destaque na TV). Claire Forlani (de A Rocha) é a rainha Igraine, mãe verdadeira de Arthur, e segundo comentários de minha esposa, muito mais bonita que a Eva Green, que no seriado é  filha do Rei Uther, marido de Igraine. O ponto fraco, do meu ponto de vista, é a escolha para o jovem Arthur, o ator britânico Jamie Campbell Bower (que pode ser visto nos dois últimos filmes da série Harry Potter referenciado como o bruxo das trevas Grindelwald, anterior a Lord Voldemort), que apesar de não comprometer em termos de atuação, não possui o porte que o papel possa exigir e que ao meu ver tem aparência de bicha.
Elenco a parte,a série vale muito a pena ser conferida, porém não falarei mais sobre a história, pois além de ser bastante conhecida, revelar demais será spoiler, que vale a pena ser conferida assistindo.
Para quem está a procura de uma nova série medieval para assistir, após o término da fabulosa mini-série Roma, ao fim de The Tudors e enquanto não temos a segunda temporada de Spartacus, está aí uma série nova, ótima para acompanhar e cuja história todos conhecemos, pelo menos em parte.
Arrisque-se e divirta-se.

The Borgias


Outra série, o drama épico The Borgias no Showtime (mesmo canal de Dexter) também foi um dos grandes destaques dessa semana, no Domingo 3 de abril. Embora seu primeiro episódio já tenha sido disponibilizado na internet, o enredo é um dos mais aguardados desse início de ano.
Protagonizada por Jeremy Iron, sua história vai narrar a vida da família Borgia, considerada uma das mais corruptas da Itália. Prometendo um misto de escândalo, violência e luxúria, a trama criada por Michael Hirst, mesmo de The Tudors, gira em torno do patriarca Rodrigo Borgia, que se torna papa (Alexandre VI), e todas suas estratégias para conseguir poder. Ambientada no ano de 1492, a trama é calcada na descrição de Machiavel no livro O Princípe (inspirado no filho do personagem principal) que diz que “política nada tem a ver com moral“.
Em entrevista, o protagonista Jeremy ressaltou a qualidade do roteiro, tentando minimizar um certo apelo tendencioso que produções de época costumam ter. “Eu sei que muitas séries se dividem em um pouco de história e um pouco de sexo, um pouco de história e um pouco de sexo. Eu acho que o Showtime até gostaria de continuar com isso, mas eu não gostaria de estar envolvido em algo tão óbvio. Você sabe, se o que quer é sexo, existem muitos outros canais para isso. Eu pesquisei sobre Rodrigo e ele era voluptoso. Então disse ‘Eu acho que sou meio austero para isso’, e Neil me disse ‘Não, não, não. Por que tudo tem a ver com poder e com o que esse poder faz com você e como lida com isso. E pode interpretar todas essas coisas“‘, declarou, citando o diretor dos dois primeiros episódios.
Ainda sem previsão de exibição no Brasil, a premiere nos EUA teve um capítulo duplo. Inicialmente pensado no formato de filme, The Borgias deve contar com pelo menos nove episódios.
Esta, em relação à Camelot, muito mais adulta, rebuscada, com um roteiro muito bem elaborado nos conquista com a qualidade dos diálogos e das reviravoltas do roteiro.

Ambas as séries acima merecem ser conferidas e pelo menos uma delas deverá se tornar uma das minhas favoritas neste ano. Pelo menos enquanto não retornam The Walking Dead, Dexter e True Blood.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1

Confesso que tive muito preconceito ao assistir aos filmes de Harry Potter. Jamais li os livros e todo comentário que ouvi a respeito eram preconceituosos, e se revelaram falsos. Assisti ao primeiro filme quando a saga no cinema já estava em sua terceira parte.
Curti bastante a experiência e vi que muito do que falaram não fazia sentido. Não tinha nada de feitiçaria e bruxaria, apenas uma fantasia infanto-juvenil cujo pano de fundo tinha a ver com este mundo mágico fictício. E no começo, tudo foi encantador, do quarto embaixo da escada à história triste de Harry, do trem que nos leva a Hogwarts a aparência do castelo e suas escadas móveis, de inocentes jogos de quadribol ao aprendizado de magias e inúmeras situações onde o que prevalece é a lição sobre amizade e companheirismo que aprendemos com Harry, Rony e Hermione.
Lógico que desde o início ouvimos falar de Você-Sabe-Quem, mas o imaginamos como uma ameaça do passado, não mais do que uma sombra ou uma lembrança e que agora tudo será uma utopia. Apesar dos perigos que começamos a conhecer, fomos levados a acreditar que no final o bem sempre vencerá o mal e que tudo acabará bem, todo mundo será salvo e comemoraremos no salão comunal ao final do filme.

Ledo engano. Agora isso acabou.

Harry Potter cresceu, tornou-se maior, deixou de ser infanto-juvenil e se tornou uma saga sombria que carrega o peso de desenvolver uma história já consagrada nos livros. Ora, se os fãs dos livros cresceram lendo as aventuras do pequeno bruxo, e acompanharam esta transformação, por que com os fãs do cinema seria diferente?
Se você recomendaria Harry Potter e a Pedra Filosofal para uma criança de 5 anos, agora você não pode mais fazer isso, a menos que a criança tenha crescido junto. Logo no começo do filme temos notícias perturbadoras de famílias de trouxas assassinadas e a chocante cena de um assassinato cometido pelo Lorde das Trevas, cujo cadáver, ainda com os olhos abertos está prestes a ser devorado por uma imensa cobra. Ou você repensa a vontade de convidar um sobrinho pequeno para assistir ao filme ou se prepare para ter de o consolar mais tarde quando se arrepender desta idéia. Afinal, aqui não veremos mais bruxinhos rindo de feitiços e poções mal preparadas. O tom, mudou e isso é facilmente percebido.
Agora todos sabem que Lord Voldmort retornou e não deixará que nada e nem ninguém fique no seu caminho. Logo vemos que muitos aliados valiosos tombaram frente a sua força e sua cobiça somente aumenta.
Enquanto Harry e seus amigos continuam na tarefa que lhe foi confiada pelo saudoso Alvo Dumbledore, reunir as Horcrux (objetos para os quais Voldmort passou pedaços de sua alma) e as destruir, o Lord das trevas descobriu a existência de artefatos poderosíssimos no mundo dos Bruxos. As relíquias da morte, as quais poderão conceder qualquer vontade para quem as possuir. Acompanhamos essas duas narrativas durante o filme, que convenhamos, ficou ainda melhor que o anterior, o qual apenas preparou o caminho para chegarmos até aqui, o final da saga.
O filme nos apresenta situações que ainda não tínhamos visto na saga: trouxas sentindo os efeitos negativos da guerra que se trava no mundo dos bruxos, o trio de personagens principal sendo atacado em uma simples lanchonete nos faz ver que a coisa toda foi elevada a um novo nível. E isso apenas contribui para o bom desenrolar da trama.
Repare que os personagens amadureceram e cresceram com seus protagonistas. Se Rony já havia demonstrado isso no filme anterior, no jogo de quadribol, agora temos Hermione assumindo o seu papel, carregado de dramaticidade e competência. Agora sim sabemos que Emma Watson, como atriz, tem um futuro brilhante. Daniel Radcliffe não deixa por menos e nos entrega uma bela interpretação, demonstrando todo o peso que Harry Potter suporta sobre seus ombros, sem parecer forçado ou artificial.
Ao final do filme, surpresas de todos os tipos. Os efeitos especiais melhoraram e o elfo Dobby está finalmente convincente como deveria ter sido desde o início e que de quebra protagoniza uma das cenas mais emocionantes e significativas do filme. Temos também, na cena final um prelúdio do que aguarda nossos heróis na segunda parte desta aventura, que somente poderemos conferir em 15 de julho de 2011.
A idéia de dividir o último livro em dois filmes, além de permitir um desenvolvimento e detalhamento muito maior da saga, ainda permitirá ao estúdio lucrar muito mais com a bilheteria e produtos associados aos filmes. Mas ao invés de criticá-los, podemos mesmo é agradecer, pois sem isso a saga já teria sido encerrada e de forma resumida, tendo de haver muitos cortes e resumos que empobreceriam a história. Da forma como foi feito, temos a oportunidade de nos aprofundar na história e termos boa parte da sensação de quem leu os livros e acompanhou a saga até o seu final.
Esta primeira parte chega em DVD e Blu Ray em 15 de abril em todo o mundo, mas a internet já nos brinda com cópias em alta definição e som DTS para quem não aguentar esperar até lá.
Nota 8, no mínimo.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ser Nerd é...

O texto abaixo encontrei no blog Rapadura Açucarada, um blog nerd que acompanho a algum tempo, que fala principalmente sobre quadrinhos, mas que achei extremamente relevante e repito aqui, citando a fonte, é claro...

SER NERD É...

01 - Cheirar livro novo.

02 - Comprar gibi repetido, porque esqueceu que já tinha.

03 - Entrar em todas as bancas de jornais por onde passa.

04 - Ler enquanto anda.

05 - Comprar gibi fiado.

06 - Imaginar as vozes que dublariam os personagens que você está lendo.

07 - Corrigir quem chama action figure de "bonequinho".

08 - Corrigir quem chama quadrinhos de "revistinha".

09 - Falar de livro ou quadrinhos mesmo com quem não tá nem aí.

10 - Falar de Star Wars com quem gosta de Star Trek.

11 - Falar de Star Trek com quem gosta Star Wars.

12 - Ter pelo menos um bonequinho em casa.. quer dizer, action figure.

13 - Corrigir quem chama Comic Shop de livraria.

14 - Corrigir quem chama nerd de esquisito.

15 - Ficar puto ao ser chamado de nerd pelas pessoas erradas.

16 - Detestar a nova trilogia Star Wars

17 - Detestar a Saga do Clone.

18 - Detestar Joel Schumacher.

19 - Detestar quem defende o Joel Schumacher.

20 - Querer casar com a Princesa Leia

21 - Querer ter um caso com a Amidala.

22 - Fazer o sinal do Spock e desejar "Vida Longa e Próspera".

23 - Acreditar ser um jedi

24 - Ficar imaginando como fazer pra ter um DeLorean.

25 - Comprar a Edição Definitiva e depois a Ultimate e depois a Super Mega Boga da mesma coisa.

26 - Querer trabalhar na Pixar.

27 - Vender gibi pra comprar mais gibi.

28 - Ler o livro, ver o filme, e comprar a adaptação para quadrinhos.

29 - Querer ser jedi como Luke Skywalker, fodão como Han Solo, mas acabar sendo incompreendido como o Chewbacca.

30 - Ter um blog nerd.

(*Obviamente a lista varia de nerd pra nerd)



Se você entendeu todas, ou a maior parte das referências ou citações, você é Nerd, não tenha dúvidas disso.

domingo, 3 de abril de 2011

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles

Este filme ainda está em cartaz nos cinemas do mundo todo, mas como foi detonado pela crítica e sua bilheteria não foi a esperada, já surgiu na internet com ótima qualidade de imagem (R5). Não resisti e acabei baixando para conferir, pois até chegar em nosso cinema acredito que levará quase dois meses e o som do cinema local não me agrada nem um pouco. Então, este é o programa deste domingo.

Sinopse: Com a invasão da Terra por forças alienígenas desconhecidas, a população de todo o Mundo observa a queda das grandes cidades. Los Angeles torna-se a última esperança para a humanidade, e cabe ao fuzileiro naval Michael Nantz e ao seu novo pelotão lutar contra essa catástrofe, enfrentando um inimigo nunca antes visto.

Conheci este filme pelos trailers divulgados.Os quais prometiam um filme tenso e de grandes batalhas, quem sabe um novo Independence Day (ID4). Ao conferir o filme, encontramos todos os clichês possíveis em um filme deste tipo. O veterano que está por se aposentar e acaba sendo chamado de volta, o soldado que está prestes a se casar, o outro cuja esposa está grávida, aquele que teve um irmão morto em combate e o novato. Com o orçamento em torno de US$ 70.000.000,00, não investiram somente em efeitos especiais, eles não pouparam clichês mesmo.
Os motivos pelos quais o filme foi massacrado pela crítica estão todos lá, a exaltação extrema aos fuzileiros navais americanos (mariners), as sequências de ação confusas, os soldados que se sacrificam e fazem o impossível e até mesmo mais uma participação de Michelle Rodriguez (a Ana Lucia de Lost) em mais um papel masculinizado como tantos outros que ela tem feito no cinema recentemente (Resident Evil, SWAT, Velozes e Furiosos, Avatar, Machete). Porém estes mesmos motivos são um elogio para a parcela da população que gosta de filmes deste estilo, principalmente os militares e aqueles que sentem saudades desta época. É filme para este público. É filme de homens, mulheres dificilmente gostarão.
O filme mostra a Terra sendo invadida por alienígenas desconhecidos, que surgem de uma hora para outra, aparentemente atrás da nossa água. Eles chegam em cidades costeiras caindo como meteoros no mar e logo iniciando ataques ao redor do mundo. Muitas cidades caíram frente aos ataques e o que se vê é a reação das forças terrestres. Não vemos a ação em grande escala, na verdade somos levados a acompanhar um pelotão de fuzileiros em Los Angeles que recebe a missão de ir até uma delegacia atender um pedido de ajuda de civis que se refugiaram neste local. O problema é que esta delegacia fica dentro da área atacada em que não há controle e possuem um prazo determinado para entrarem e saírem desta área, antes que um bombardeio programado ocorra. Em vários momentos a câmera é posicionada como se fosse um documentário, o que acaba não tendo um bom efeito. Esse recurso funciona melhor em outros filmes, não neste. Logo se vêem envolvidos em outras missões que surgem a partir das consequências da primeira, onde acabam encontrando fuzileiros de outro pelotão entre eles, Michelle Rodriguez. O problema em muitos momentos é que não se consegue identificar as ações nos combates. Em alguns momentos os soldados perguntam: "De onde estão vindo estes tiros?" Eles olham em volta e não identificam a origem, e nós ficamos mais perdidos do que eles.
A história do filme renderia uma bela ficção científica, mas é tratado como filme de ação, puramente pipoca. Com histórias superficiais e personagens tão profundos quanto um pires. As situações de perigo e as batalhas são as melhores parte do filme, então quem não curtir isso, passe longe.
Ah, já ia esquecendo, é claro que existem as cenas de companheirismo entre os fuzileiros, as redenções, o reconhecimento e o comprometimento deles com o serviço. Para que o filme terminasse da melhor maneira para seus admiradores, faltou encerrar a última cena com um letreiro bem grande dizendo: Aliste-se nos fuzileiros navais americanos, a melhor tropa do universo.
Gostaria de reproduzir abaixo dois trechos da análise do crítico Pablo Villaça a respeito do filme,a qual li apenas após assistir ao filme, mas que representam, de forma bem humorada, a sensação que o público que procura um filme mais sério, mais cabeça, acaba tendo ao assistir esta produção:

"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles é um filme de macho – e se fosse espremido e engarrafado, resultaria num perfume batizado como Le Phallus. Já como ficção científica ou mesmo longa de ação, é uma obra medíocre que funciona mais como vídeo de recrutamento para o exército norte-americano do que como entretenimento minimamente inteligente."

"E não ficarei espantado caso as mulheres que se arrisquem a ir conferir esta produção saiam do cinema grávidas;Batalha de Los Angeles é macho o bastante para fertilizá-las no grito."

Da comparação do início deste texto, posso dizer sem chances de errar, que Independence Day comparado a este filme é uma obra-prima. Apesar de toda pieguice e exaltação ao sentimentalismo americano, nos diverte e nos brinda com cenas inesquecíveis de batalhas aéreas e cenas de destruições jamais vistas antes, com a vantagem de possuir em seu elenco os sempre ótimos Will Smith, Jeff Goldblum e Bill Pullman. Agora temos cenas quase sempre com muita fumaça, pouca visibilidade, tiros vindo de onde ninguém sabe exatamente e nenhum personagem carismático para salvar a sessão. Os trailers do filme nos venderam uma expectativa que não foi alcançada em nenhum momento, nem mesmo os efeitos especiais irão ficar em nossa memória por mais do que alguns minutos após o filme acabar, e isso é quase sempre frustrante.
Ao final das contas, de 0 a 10, podemos dar a ele, uma nota 5.

sábado, 2 de abril de 2011

The Sound... and the movies

Gente. Antes de mais nada quero me justificar por ter ficado 3 dias sem publicar novos posts. Primeiramente na quarta-feira, fomos visitar uns amigos cuja filha estava de aniversario e paralelo a isto teve jogo (show) do Internacional pela Libertadores. Na quinta-feira é o meu dia de jogar futsal,e além disso acabamos a noite jantando na casa de grandes amigos e cumpadres. E na sexta-feira era o meu aniversário, onde apesar de não fazer festa, recebi alguns bons amigos que nunca esquecem a data e aparecem para cumprimentar e nos abraçar. Então, plenamente justificado. Dito isso, vamos em frente.
Vou dividir o post de hoje em duas partes. A parte 1, chata, parte teórica necessária para o desenvolvimento do assunto, e a parte 2, a parte instrutiva para melhorar o som em nossos lares e sessões particulares de cinema.

Parte 1 (chata)
A data de 28 de dezembro de 1895 é especial no que refere ao cinema, e sua história. Neste dia, no Salão Grand Café, em Paris, os Irmãos Lumière fizeram uma apresentação pública dos produtos de seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo. O evento causou comoção nos 30 e poucos presentes, a notícia se alastrou e, em pouco tempo, este fazer artístico conquistaria o mundo e faria nascer uma indústria multibilionária. O filme exibido foi L'Arrivée d'un Train à La Ciotat.
Mas o que chamaram de cinema, na época, era apenas uma parte de como o conhecemos hoje, eram apenas imagens em movimento, sem som algum, porém uma revolução nunca antes vista.
Desde o início, inventores e produtores tentaram casar a imagem com um som sincronizado. Mas nenhuma técnica deu certo até a década de 20. Assim sendo, durante 30 anos os filmes eram praticamente silenciosos sendo acompanhados muitas vezes de música ao vivo, outras vezes de efeitos especiais e narração e diálogos escritos presentes entre cenas.
Mas em 1927, após o desenvolvimento do Vitaphone, foi possível sincronizar som a um filme. Não era nada mais do que um disco que rodava simultaneamente aos rolos com as imagens, mas foi o pontapé inicial para termos o som de maneira definitiva no cinema. E o primeiro filme que concebeu isso foi O Cantor de Jazz (The Jazz Singer, 1927).
Durante muitos anos a evolução caminhou junto com o cinema, até que nas décadas de 80 e 90, com o surgimento do cinema doméstico, com o VHS e o Laser Disc, as exigências por mais qualidade de som, tanto no cinema quando nos lares dos amantes da sétima arte, fez com que duas grandes empresas se destacassem na área. A primeira foi a Dolby Labs que criou o padrão de compactação com pouca perca de qualidade, à qual chamou Dolby Digital (DD) que permitia que o som fosse condensado em arquivos pequenos de maneira a poder ser integrado nas mídias sem grandes perdas de qualidade. Em 1993 Steven Spilberg, por entender que os sistemas de som multi-canais da época não tinham qualidade suficiente, investiu em uma nova empresa chamada Digital Theater Systems (DTS), e no filme Jurassic Park estreou o novo formato. Temos aí as duas grande empresas que dominam o mercado.
O som é tão marcante que é impossível vermos a cena do filme Tubarão e não anteciparmos a música poderosa, ou ver o Darth Vader desembarcando em um cruzador espacial sem ouvir a marcha imperial, ou mesmo Indiana Jones em uma cena de aventura sem sua trilha sonora e como ver o Superman voando sem imaginar seus acordes? A música e os efeitos sonoros, hoje em dia,  são essenciais em um filme. Algumas trilhas sonoras você escuta na rua e logo lembra do filme, como Dirt Dancing, Mad Max II, Kill Bill, O Guarda-Costas, Robin Hood e tantas outras...

Parte 2 (instrutiva)
 Mas vamos parar um pouco da parte técnica e histórica aqui para nos dedicarmos a parte em que vamos fazer tudo isso exposto acima ter sentido para nós, usuários que queremos simplesmente apreciar um bom filme.
Bom, se já vimos alguma coisa sobre TV's de plasma e LCD, cabe ressaltar que quando se compra uma TV dessas, ela exige um sistema de som melhor. Você olha para aquela tela toda e se o som não estiver a altura de uma tela dessas, você vai sentir a diferença, sentirá que falta o som. Se não sente até hoje, é apenas porque ainda não experimentou assistir um filme com uma ótima imagem e um ótimo som. Para exemplificar, quando assistimos ao filme O Resgate do Soldado Ryan na TV, vemos um bom filme bastante barulhento em suas batalhas. Porém ao assistir o mesmo filme em um sistema multicanal, você entra na II Guerra Mundial. É possível escutar de que lado vem os tiros e onde eles acertam. Você escuta as explosões e sente a sala tremer. Quando uma bomba explode, você escuta a terra que subiu com a explosão cair de volta no chão. Quando tem chuva então, parece que você está usando um capacete de aço no meio da chuva de tão real que é o som. Ou seja, a experiência de cinema é plenamente sentida.
Bom, quando começamos a nos acostumar a assistir filmes em VHS no final da década de 80, estávamos acostumados com o som que a maioria das salas de cinema tinham a oferecer. Um som ruim e de baixa qualidade, a qual era, erroneamente, compensada com alto volume. Isso não é sinal de qualidade, mas era o que tínhamos, com exceção de poucas salas nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, os melhores cinemas possuíam som stéreo, os demais, como o nosso aqui em Uruguaiana, possuíam sistemas de som monocanais, que funcionam reproduzindo sempre o mesmo som, não importando a quantidade e a distribuição de caixas de som pela sala. Posteriormente conhecemos o som dividido em 2 canais distintos, sendo um direito e outro esquerdo, chamado de sistema stéreo.
Se você quer melhorar o som em sua casa, esta é a primeira opção.
Saídas do aparelho

Todo aparelho de DVD Player possui mais de uma saída de som.  O mais de comum de vermos são players de DVD ligados em TV's com o cabo que vem fornecido com o aparelho. Geralmente um conjunto com um cabo de 3 pontas, sendo nas cores Amarelo, Branco e Vermelho.  O cabo amarelo é chamado de composite e é destinado a transmitir imagens. Os cabos branco e vermelho destinam-se a transmitir som stéreo, com os canais direito e esquerdo separados. Se seu aparelho de TV somente aceita entrada de som mono, um dos cabos ficará sobrando. Apesar de poder usar qualquer cor de cabo para estas funções é importante usar os cabos nas cores certas em relação aos encaixes, pois assim apresentarão melhor qualidade de sinal. Se sua TV possui entrada para estes 3 cabos, ela aceita som stéreo e você já pode usufruir da divisão de canais. Porém a TV não foi projetada para ter grande qualidade de som. Neste caso, a melhor possibilidade é ligar seu aparelho de DVD da seguinte maneira. O cabo amarelo,de vídeo na TV, e os cabos de áudio (branco e vermelho) em aparelho mini-system. Pode até ser aquele aparelho que deixou de funcionar o CD Player e você só usa para ouvir rádio. Se ele possui entrada auxiliar, que você identifica pelo botão AUX, ele possui entradas para receber estes cabos e com certeza proporcionará uma qualidade de som bastante superior a da TV pois a maioria dos filmes em DVD trazem a opção de com Dolby Digital 2.0 que é a melhor opção para um sistema montado desta forma.
Cabo composite comum

Agora, se você deseja mergulhar em alta qualidade de som, você precisa considerar a compra de um Home Theater (HT). Mas fica um aviso, isso vicia. rsrs
Com um HT temos a possibilidade de curtirmos o som Dolby Digital 5.1 ou até mesmo o som DTS 5.1 ou maiores, dependendo da escolha de equipamento. Aqui vale uma ressalva. Infelizmente, neste segmento, a qualidade vem sempre acompanhada do preço proporcional. Equipamentos baratos possuem baixa qualidade de som.
Alguns HT, aqueles mais baratos, de marcas como Goldship, Clone, C3Tech, e outras que fabricam caixinhas de som para computador devem ser evitados. Estes equipamentos em sua maioria não possuem receiver (decodificador de áudio) e apenas amplificam o mesmo som que recebem, em 1 ou 2 canais.
Os equipamentos mais simples que podemos pensar em comprar são os HT in-a-box. Os aparelhos de DVD com HT embutidos. Eles se dividem duas opções. Os mais básicos que apenas reproduzem o som Dolby Digital que é reproduzido pelo DVD e os dividem nas caixas de som e os mais sofisticados que além de fazerem esta mesma função, possuem decodificadores mais elaborados que conseguem decodificar também o som DTS, que é superior ao DD. Além de os decodificarem, costumam possuir entradas de áudio que permitem ligar a eles outros equipamentos, estes são os mais indicados. Estes devemos dar preferência aos que possuem entradas coaxial e óptica. Porém é mais fácil encontrar aparelhos com apenas uma dessas entradas, neste caso, prefira sempre com entrada óptica. Por que isso? Simples. Hoje este HT reproduz DVD, mas e quando você comprar um Blu-Ray Player, vai jogar fora e comprar outro? Ele possuindo entrada óptica, é possível ligar nele um BD Player e aproveitar o som multicanal.
Sistema com ótimo custo-benefício

Existem também os aparelhos que não possuem player de DVD embutidos. São somente compostos pelo conjunto de receiver e caixas acústicas. Estes são os ideais, porém costumam ser os mais caros. Costumamos encontrar a partir de R$ 1.300,00 até R$ 20.000,00 dependendo da qualidade de seus componentes, recursos e fidelidade de som. Costumam durar por muito tempo e aceitarem ligar, em alguns casos, dezenas de equipamentos diferentes (DVD, Blu-Ray, TV, TV a cabo, CD, e mais uma infinidade de aparelhos).
As pessoas mais abastadas costumam montar conjuntos de acordo com suas preferências, receiver de uma marca e caixas acústicas de outras marcas, gastando até mais de R$ 100.000,00 em um equipamento desses. Mas aí a brincadeira já vira sonho.
Para nós, pobre mortais, ficamos com duas opções principais:
- HT-in-a-Box de qualidade (Sony, Samsung, Philips, Panasonic, Pioneer) que possuam entradas de aúdio para outros equipamentos (entre R$ 700,00 e R$ 2.000,00); ou
- HT dedicado, apenas com receiver e caixas de som de qualidade, das marcas, Pioneer, Sony, Onkyo, Denon e Panasonic. (entre R$ 1.800,00 e R$ 5.000,00).
Resumidamente, era isso.